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Testemunho de vida e fé marcam culto na FaTeo

25/08/2015 18h12

Testemunhos de fé e incentivo para participação em projetos missionários marcaram a liturgia do culto da quarta (19) tanto no matutino, quanto no noturno. Alunos e alunas que participaram das semanas missionárias metodistas por todo o Brasil apresentaram slides e falaram da experiência de voltar para a sua própria região ou ir para uma outra e trabalhar na semana de evangelização em cidades e realidades diferentes, a experiência com índios, ribeirinhos do Rio Amazonas ou o contato com o sertão nordestino.

 

 

Angélica Moreira Costa, da 3ª Re, estudante do 2° ano, participou da Semana em Jundiapeba – Mogi das Cruzes/SP, na equipe de evangelismo. “Pelas ruas presenciamos pessoas carentes de recursos e de amor. Pessoas que viveram e estão vivendo momentos de luto, de parentes na prisão, de perda de pessoas amadas que estão perdidas no mundo das drogas e da prostituição e eu pude refletir sobre a necessidade de pessoas que se envolvam com a missão de forma integral”, disse. “Foi maravilhoso fazer parte da vida de pessoas que se entregaram a Jesus toso os dias e perceber o quão real é a sede que as pessoas têm do amor de Deus e sendo eu tão limitada, usada para levar esse amor”.

 

 

Ana Cláudia de Souza Assis, da 4ª Re, aluna do 3° ano, foi para Santa Bárbara – Cariacica, no projeto missionário “Passa à Macedônia”. “Mais uma vez pude contribuir  com o trabalho na EBF e ter o privilégio de ministrar a Palavra do Senhor aos pequeninos. O culto ao ar livre, ministrado todas as noites foi mais um momento marcante na semana, porque vidas se renderam  e confessaram a Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas.”

 

 

Também do 3° ano, o aluno Washington Mateus da Rocha, da 5ª Re, esteve em Amambaí, no estado de Mato Grosso do Sul. “Foram dias de renovo espiritual e motivacionais de grande valia para meu ministério pastoral. Trabalhei mais uma vez na área de evangelismo e 90% dos lugares que nós visitamos não eram de pessoas cristãs e algumas pessoas com quem conversamos não tinham tido contato com qualquer igreja evangélica antes. Algo que marcou como novidade, este ano, foi irmos até uma reserva indígena para presenteá-los com algumas bicicletas e compartilhar o amor de Deus naquele lugar”. O professor Nicanor Lopes, que todos os anos, participa da  Semana para jesus, também esteve em Amambaí.

 

 

O aluno Heber Tarcis da Silva Gotardo esteve pela sétima vez participando da semana missionária, que no Paraná tem o nome de “Julho para Jesus”. Este ano, o projeto alcançou as cidades de Sertaneja e Rancho Alegre. “Eu sempre ajudo na área de serviços gerais, para limpeza de banheiros, refeitório e espaço de culto.” Aproveitando os conhecimentos de sua primeira profissão de eletricista, Heber também pôde ajudar a instalar os chuveiros para os voluntários. Durante a semana ele pôde acompanhar o grupo de teatro em duas escolas. “No interior existe muita receptividade. Oramos com os alunos e ouvimos o lamento dos professores que não tiverem a oportunidade de vivenciar um projeto como esse no tempo em que eram alunos”, disse.

 

 

Sobre o projeto Nordeste, do litoral ao sertão, o aluno Pedro Henrique, do 1° ano, da Remne, foi por conta própria a João Pessoa e Maxinaré, povoado de Currais Novos/RN. Além dele, com incentivo e bolsa da FaTeo, foram mais três alunas do 1° e 3° anos. “Foi muito gratificante. Ali, pessoas foram ganhas, foi aberto um trabalho metodista. No sertão estava com falta de água, então a Igreja Metodista fez parceria com agência internacional para iniciar a construção de barragens subterrâneas. Mas o interessante é que durante o tempo em que estivemos lá, choveu, teve festa, comemos buchada de bode com eles. Em todo lugar eles ofereciam tudo para nós. Chegamos numa casa e o senhor disse: olha você já almoçou lá então vou estender uma rede pra você passar a tarde aqui comigo”.

 

 

O aluno André Souza de Almeida, do 4° ano, esteve com irmãos e irmãs de sua igreja de origem (Rio de Janeiro), passando uma semana em visita aos ribeirinhos da Amazônia no barco missionário da Igreja Metodista, que fica baseado em Manaus e atende a várias comunidades ribeirinhas.

 

 

“Além de ser um trabalho social, é também uma oportunidade de levar o nome do Senhor”, disse André, que destacou a heterogeneidade do grupo composto por cerca de 20 pessoas entre pediatras, clínico geral e dentistas, enfermeiros, pastores, a maior parte do grupo da Igreja Central de Cabo Frio, igreja de origem de André, alguns irmãos e irmãs de outras denominações, além da equipe do barco, da REMA.

 

 

Durante a semana, os missionários e missionárias visitaram três tribos indígenas. Uma delas, a Agapenus, onde foi restaurada uma escola pública, e onde, por conta do trabalho contínuo que chega com o barco, também foi cedido espaço para que a Igreja Metodista atue ali.  Durante a permanência do grupo ali, foram realizados cultos, inclusive com batismos.

 

 

Texto: Rose Rosa
Fotos: Arquivo pessoal

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