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Mês de setembro: tempo de oração e ação pela natureza

02/09/2011 12h05 - última modificação 02/09/2011 12h04

O Conselho Mundial de Iglesias (CMI) uniu-se ao apelo para observar, de 1º de setembro a 4 de outubro, um tempo de oração, reflexão sobre o cuidado e o uso justo dos dons da natureza.

ALC/CMI
Genebra, quinta-feira, 1 de setembro de 2011


“ ... à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades. “ – Salmo 57.1b



Durante mais de 20 anos, um número crescente de cristãos de todo o mundo reservaram esse período do ano como um tempo para dar graças pela criação de Deus e unir-se na oração e ação em favor do meio ambiente.

A iniciativa inspira-se na ação do então Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Dimitrios I, ao proclamar, em 1989, o 1o de setembro como Dia de Oração pela Terra e o Ecossistema.

O ano da Igreja Ortodoxa começa tradicionalmente em setembro. O novo tempo litúrgico estende-se até o dia 4 de outubro, quando católicos e ortodoxos celebram o Dia de São Francisco de Assis.

2011 foi declarado Ano Internacional dos Bosques. O CMI exortou cristãos das suas igrejas membro que dediquem orações à preservação de matas e florestas. O organismo ecumênico internacional fez um apelo ao compromisso com a “ecojustiça” e lembrou a necessidade de lutar para superar problemas como a contaminação do planeta e as causas que levam à mudança climática.

Em mensagem apresentada na Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, realizada em Copenhague, em dezembro de 2009 (COP 15),  a delegação ecumênica de alto nível disse aos participantes do evento: “A injustiça é que quem sofre as piores consequências dessa crise são o que menos contribuíram para causar essa situação. É uma questão de justiça e um apelo à responsabilidade moral.”

Em outra declaração, o CMI e organizações religiosas mundiais reconhecem as provas científicas apontando a responsabilidade humana no processo de transformação nos ecossistemas. A mudança climática, alertaram, “não é só um sintoma de nossa economia ou uma insuficiência tecnológica: é um problema cultural, moral e espiritual”.

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