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Inclusão e diversidade no primeiro Dia de Ação de Graças

22/11/2011 10h45 - última modificação 22/11/2011 10h47

Conta a tradição que o Dia Nacional de Ação de Graças surgiu em 1621, um ano depois que o navio Mayflower aportou na América trazendo 102 ingleses que sonhavam construir uma nova vida em terra estranha. Durante um ano esse grupo enfrentou as intempéries do tempo e a falta de experiência. Talvez desistissem, não fosse a providencial ajuda dos moradores nativos, que os ensinaram a plantar e caçar.

A primeira colheita encheu os corações de gratidão daqueles homens e mulheres, que compartilharam a mesa farta com os moradores na terra, irmanados numa grande família. Diferenças culturais, cor, idioma, nada foi barreira que impedisse a harmonia da celebração. 


Ainda hoje, o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos é uma festa que se comemora em família, em torno da mesa. No Brasil, chegou por intermédio do embaixador Joaquim Nabuco que, emocionado pelo significado da data, teria declarado: "Quisera que toda a humanidade se unisse neste mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus".

Em 1949, o presidente Eurico Gaspar Dutra instituiria a comemoração da data no país e, em 1965, o presidente Castelo Branco oficializaria a quarta quinta-feira do mês de novembro como o Dia Nacional de Ação de Graças. Um dia para agradecer pela vida, pelo sol que ilumina a todos os seres vivos, sem distinção, pelo alimento que brota da terra e espera para ser compartilhado entre todos os que têm fome, numa grande, eterna e utópica mesa universal.

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