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Fotos para o convite e últimas aulas no campus. É o já e o ainda não para a turma do 4° ano do CTP

12/08/2016 19h52

Turma do CTP que se formou em 2016

 

A turma do 4° ano do Curso Teológico Pastoral vive, literalmente, o momento escatológico do já e o ainda não. É que esta semana encerram as atividades presenciais do curso. A partir de agora é terminar os trabalhos de conclusão de curso, alguma outra atividade de fechamento e esperar pela cerimônia de Formatura. A sensação é de que terminou, mas ainda não totalmente.

 

Depois da tutoria e do lanche tradicional, mais um momento foto para marcar o encerramento das atividades presenciais

 

Na semana passada, a turma posou para as fotos do convite da formatura que acontece nos dias 09 de dezembro (culto de envio) e 10 de dezembro (cerimônia no Cenforpe). Em meio aos ajustes finais e a preparação para uma nova fase, alunos e alunas do CTP contaram um pouco de suas trajetórias nesses quatro anos, quando, a cada semestre, durante quatro anos, eles e elas saíram de suas regiões e passaram 15 dias em aulas presenciais no campus, além dos trabalhos entregues via plataforma, e as provas realizadas a cada chegada no campus.

 

 

 

Gilson Clemente da Costa, é de Teófilo Otoni, Minas Gerais e pastoreia a congregação na cidade de Topázio, também Minas, distante 35 quilômetros de Teófilo Otoni. Sobre o curso, Gilson conta que os três primeiros anos foram difíceis, especialmente no quesito saudade, da igreja, de casa, agora este ano algo mudou. “Não sei se é a expectativa da formatura, mas parece que o tempo está passando mais rápido”. Gilson lembra que a finalização do curso é a realização de um sonho, mas longe de ser o final. “Estamos terminando um ciclo de aprendizado mas vamos continuar ensinando e também aprendendo”, disse, enfatizando que ano que vem continua fazendo a integralização de créditos, provavelmente em Belo horizonte. “Meu sonho é terminar para poder fazer pós ou em missiologia ou seitas e heresias”.

 

 

 

Luís Fernando Carvalho Morais é do Maranhão, da Região Missionária do Nordeste, e já está no ministério pastoral há oito anos. Atualmente, pastoreia uma Igreja em Teresina, no Piauí. Dos quatro anos de curso, Luís ressalta que foram anos maravilhosos. “É claro que vem a dor da saudade de casa, mas rapidamente você começa a interagir com os colegas e eu entendo como um tempo de crescimento gigantesco dentro da minha vida ministerial”. Para ele, a teologia desperta uma consciência crítica, principalmente no sentido de fazer missão. “A sensação que tenho hoje em deixar a faculdade de teologia é os olhos marejados pela perda dessa convivência, e o coração aquecido para a missão. Vou para o aspirantado entendendo que aqui foi forjada consciência crítica e moldada consciência sólida para o desenvolvimento da missão”.

 

 

 

Flávia com o coordenador do curso, pastor e Prof. Cláudio Kelly

 

Flávia Martins de Souza é da Igreja Metodista da Taquara, na 1ª Região. Diferente da maioria da turma, Flávia não exerce o pastorado. Ela atua coordenando uma agência missionária e tem desenvolvido trabalhos missionários com jovens metodistas.  Com o coração grato, a formanda fala do sentimento deste momento. “De tudo é a gratidão ao Senhor por tudo o que Ele fez durante esses quatro anos, por ter nos sustentado, ter cuidado de nós a cada instante, cada semestre, a cada dificuldade e cada trabalho.” Se dizendo muito Feliz, Flávia agradeceu por tudo. “Eu estou emocionada por essa oportunidade que a Igreja Metodista nos dá, de nos fornecer estudo, acomodação e para mim é um privilégio poder estudar na Igreja Metodista e poder servir de alguma forma a Igreja que eu tanto amo.”

 

Sobre a expectativa para a formatura Flávia diz que, por enquanto só dá para pensar em terminar o TCC. “Depois disso vou poder desfrutar melhor desse momento da formatura”.

 

 

Mauren na REMA, com o marido, pastor Julião

 

Mauren Julião tem a Igreja Metodista em Campos do Jordão - 3 RE, como sua igreja de origem, mas há 5 anos está trabalhando na REMA – Região Missionária da Amazônia. Além de atuar como MD – Missionária Designada na IM de Manaus, ela também coordena o Centro de Formação Missionária da Amazônia – CEFORMA.

 

Sobre o tempo de estudos no CTP, Mauren destaca o cuidado de Deus. “Além do conhecimento adquirido, das amizades formadas, esse período de curso foi um tempo muito especial de manifestação da graça de Deus, cuidando em cada detalhe, dando provisão em todas as áreas – material, saúde, intelectual, emocional e espiritual.” Mesmo tempo passado quatro anos, ela ressalta que tudo passou muito rapidamente, “e muitos desafios foram superados pela força do Senhor. Assim, dizemos com alegria: Ebenézer.” Sobre a expectativa futura, Mauren reafirma que “o futuro, cada dia pertence a Deus, e minha vida está totalmente disponível para servi-Lo, como e onde Ele mostrar, em resposta ao seu amor e chamado.”

 

 

Texto: Rose Rosa
Fotos: Ricardo Bissolato

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