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Fórum em São Paulo discute futuro de igrejas evangélicas no país

01/04/2011 12h05 - última modificação 01/04/2011 12h05

   

A empresa EBF Comunicações, responsável pela realização da Expocristã, uma feira de produtos e serviços para cristãos, promoveu no dia 29 de março o Fórum “O Brasil de 2020 com mais de 100 milhões de evangélicos”.

 

O Fórum, que teve como público alvo lideranças e empresários evangélicos, trouxe especialistas na análise do campo religioso brasileiro para dialogar sobre as perspectivas da Igreja Evangélica no Brasil.  

 

Segundo Rubens Muzio, pesquisador do Sepal, Serviço de Evangelização para a América Latina, no Brasil há 220 mil templos e até 2020 os evangélicos serão 109 milhões no Brasil. Ele destacou o super crescimento nas Regiões Sudeste e Litoral do Nordeste, mas lembrou da falta de obreiros nas regiões Sul, Norte e no interior do Nordeste. “È uma janela de oportunidade que eventualmente se fechará. Isto acontece a todos os movimentos de despertamento”, enfatizou.

           
Ele citou ainda que há no Brasil 220 mil templos e pontos de pregação e analisou que o grupo dos ‘sem igreja’ e ‘sem religião’ também estão crescendo. “De dez brasileiros, um se considera sem religião. No Rio de Janeiro 12% dos cariocas já se consideram sem Igreja”.

Após as considerações o debate foi conduzido pelo diretor de marketing da EBF Comunicações, Rogério Barrios, que ao lado do vice-prefeito da cidade de Betim (MG), Alex Amaral; Adilson Ferreira, da Junta de Missões Mundiais; e do pastor Juanribe Pagliarin, levantaram as oportunidades para a Igreja Brasileira.  Alex Amaral citou as oportunidades dadas aos evangélicos durante a Expo Betim Cristã e de como o Poder Público e a Igreja podem caminhar juntos. Juanribe Pagliarin apresentou como os meios de comunicação e seu projeto ‘Pregadores no Telhado’ podem auxiliar a alcançar os lugares mais afastados do evangelho; Adilson Ferreira conduziu o debate mostrando a transformação da sociedade e citou como exemplo a ação dos batistas na Cracolândia.

           

Após intervalo o diretor de marketing da EBF, Rogério Barrios, conduziu o debate para as ofertas e demandas surgidas a partir do crescimento numérico dos evangélicos e reuniu no segundo painel o diretor artístico da Sony Music, Maurício Soares; diretor executivo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), Ronaldo Rodrigues; José Paulo Fernandes Júnior, diretor da Universidade Presbiteriana Mackenzie; Alessandro Tostes, diretor da gravadora Novo Tempo.

Foram debatidos assuntos como livro digital (a CPAD pretende investir neste segmento); música digital e pirataria e compromisso dos meios de comunicação com o avanço missionário. Uma conclusão foi comum a todos os debates: o segmento cristão precisa se profissionalizar e trabalhar melhor com as novas mídias.

Fonte: Celso de Carvalho - Redação Creio

 

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