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FaTeo promove espaço de convivência e incentivo para turmas de 1° e 2° anos do CTP

04/09/2015 20h46

 

As turmas de 1° e 2° anos do CTP – Curso Teológico Pastoral da FaTeo, tiveram seu encontro de Tutoria na terça (01). Dividida em quatro grupos, a tutoria aconteceu nas salas de aula do edifício Ômega, com os pastores Adilson Mazeu, Eber Costa, Jonadab Almeida e Douglas Nassif.

 

 

Após um tempo de partilha de experiências na vivência da igreja e familiar e partilha da Palavra, as turmas se reuniram no espaço do Anexo Ômega para momento de comunhão e gratidão a Deus pela vida de alunos que fizeram aniversário durante o período de aulas.

 

turma do CTP reunida em tutoria no 2° semestre de 2015

 

À frente do Programa Vida Comunitária, o pastor Adilson Mazeu ressaltou a importância dos encontros de tutoria que no presencial acontecem uma vez por mês e no CTP, a cada encontro semestral das turmas.  “É um espaço precioso onde os integrantes são convidados a ‘aprender a aprender’, através da escuta e da partilha das experiências pessoais e do cotidiano que envolvem a riqueza do ministério pastoral. Como tutores, nosso desafio é o de dirigir, motivar e integrar-nos no grupo. No processo do aprendizado a presença mais importante é a do Consolador, o Espírito Santo.”

 


15 dias de estudo

As turmas de 1° e 2° anos permaneceram no campus durante 15 dias, desde 27 de agosto, quando chegaram fazendo as provas, e voltam às suas regiões neste sábado (05). Para os que iniciaram o curso este ano, a caminhada de estudos vai até 2018 e a expectativa é grande.

 

 

 

  

Ronaldo Queiroz da Silva, da 4ª Re, está no primeiro ano do curso, veio da cidade de Cataguazes, em Minas. Pai de dois filhos, já sente saudade da família. “Pra mim está sendo tudo muito bom. A prova foi tensa, mas também foi boa. Pelo menos, pelo que o professor falou a gente deve ter se saído bem”, disse.  Sobre o curso, a expectativa de Ronaldo é pelos próximos conteúdos. “cada vez que a gente vem aqui, a gente descobre uma coisa nova. Estou gostando demais”.

Vindo do curso de evangelista da Igreja Metodista, Ronaldo já exerce funções pastorais na Igreja, como Missionário Designado – MD. “Eu estou há dois anos lá, mas fui designado depois que fiz o POV (Programa de Orientação Vocacional). já trabalhei na comunidade alguns temas que aprendi aqui no primeiro semestre”.

 

 

 

 

 

 

A paranaense Camila Rehder Cavvasanni, passou três anos e meio em Marabá, no estado do Pará, na REMA (Região Missionária da Amazônia) e agora mudou-se com o marido para a cidade de  Guapiaçu, na região de São José do Rio Preto (5ªRe). Ela é dentista e o marido veterinário e foram para Marabá a trabalho. A necessidade do lugar os fez “pôr as mãos na massa” numa pequena comunidade. O auxílio da sua região de origem e o apoio do bispo da REMA deram o impulso para o trabalho. “A chegada do bispo Carlos Alberto foi fundamental para que tudo acontecesse”. Agora, Guapiaçu é para nós um desafio novo.

 

No segundo encontro para as aulas do CTP - 1° ano, Camila trouxe para o campus uma novidade: o projeto ‘cup cakes’, venda de guloseimas com renda totalmente revertida para missões, abençoando vidas e ensinando a abençoar. “Se você não pode fazer algo, ir, participar, isso não é limitante, porque eu entendo o amor prático de Jesus.” O projeto começou lá em Marabá, para ajudar o trabalho desenvolvido, num beco, com crianças abaixo da linha da miséria com graves problemas de desnutrição e algumas até com retardo mental.  “O sofrimento humano era muito grande e essa foi uma estratégia que Deus colocou no meu coração para que nós fôssemos além das limitações e ensinássemos as pessoas a fazer por outros também”.

 

Trabalhando em conjunto com a agência missionária da 6ª Re, Camila se diz uma multiplicadora. “Não quero só te vender um ‘cup cake’, mas inflamar o teu coração para missões”. A intenção no Curso Teológico Pastoral está totalmente ligada ao desejo dela de missões. “Eu estou aqui porque eu quero me capacitar para fazer o que Jesus me pedir pra fazer, onde ele me pedir pra fazer”.  

 

A Faculdade, para ela tem sido “um fermento, no sentido de que eu tenho entendido quantas coisas existem no conceito sobre missão, a missão integral, por exemplo, que eu nunca tinha ouvido falar. Esse conhecimento tem me ajudado a pensar: eu posso adequar isso a minha realidade. E questionar: por que é que a escola dominical não pode arrebanhar outras pessoas fora da igreja, por que não podemos adotar um orfanato? Pra mim, a faculdade tem dado matéria aos sonhos”.

 

Texto: Rose Rosa
Fotos: Ricardo Bissolato

 

 

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