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FaTeo convida dois mestres da Comunicação Social para o Diálogo Comunitário: José Marques de Melo e Percival de Souza

01/09/2009 19h09 - última modificação 08/09/2009 20h06

Evento promovido pelo Programa de Extensão da FaTeo, o "Diálogo Comunitário" deste dia 10 de setembro, data de importância histórica para a imprensa brasileira (veja quadro abaixo) traz dois mestres do jornalismo: o professor José Marques de Melo (foto da esquerda) e o repórter Percival de Souza. Eles falarão sobre RELIGIÃO E MÍDIA.


Dia 10 de setembro de 2009 (quinta-feira)

Local: Auditório Edifício Ômega

Promoção: Programa de Extensão da Faculdade de Teologia – FATEO/UMESP


MATUTINO - 9h20

Palestrante: Prof. Dr. José Marques de Melo


José Marques de Melo possui graduação em Jornalismo e Ciências Jurídicas e Sociais, doutorado e livre-docência em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor titular da Universidade Metodista de São Paulo, onde é Diretor da Cátedra UNESCO de Comunicação. Publicou meia centena de livros e coletâneas, mais de uma centena de artigos em periódicos científicos do país e do exterior. Fundou e dirigiu sociedades científicas espaço iberoamericano. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo, atuando principalmente nos seguintes temas: jornalismo brasileiro, gêneros jornalísticos, pensamento comunicacional latino-americano, história das ciências da comunicação. Recebeu recentemente o Prêmio Internacional de Comunicador da Paz. A homenagem é direcionada a profissionais da Comunicação que tenham uma trajetória de vida voltada para a promoção da paz, da justiça, da solidariedade, da democracia e da participação cidadã na sociedade.


NOTURNO - 21h20

Palestrante: Escritor e jornalista Percival de Souza


Percival de Souza trabalha há três décadas na área criminal, especializado em jornalismo investigativo. Conquistou três Prêmios Esso de Jornalismo, na categoria equipe, e mais uma menção honrosa, pelo Jornal da Tarde, do qual é um dos fundadores e repórter especial. Como escritor, publicou dez obras, entre as quais A Prisão (Editora Alfa Omega), O Prisioneiro da Grade de Ferro e Society Cocaína (Traço Editora) e O Crime da Rua Cuba (Atual Editora). É considerado especialista em segurança internacional. Criou um novo estilo para as reportagens policiais. É criminologista. Antes do JT, trabalhou nas revistas Quatro Rodas e AutoEsporte, nos jornais A Gazeta e A Nação, colaborou nos alternativos Movimento e Opinião e nas revistas Realidade, Veja e IstoÉ; também é colaborador da revista Época. Foi membro do Conselho Diretor da Faculdade de Teologia.


Dia da Imprensa: um acerto de contas com a história


Até o ano de 1999, o dia da imprensa era comemorado era o dia 10 de setembro. Hoje, embora setembro ainda esteja presente na memória dos profissionais da Imprensa, a data oficial da comemoração é 1º de junho. A mudança da data é uma reparação e reconhecimento histórico ao primeiro jornal brasileiro em sua luta pela liberdade de imprensa.

Foi em 10 de setembro de 1808 que circulou pela primeira vez a Gazeta do Rio de Janeiro, um periódico oficial que servia à Corte. Até esse ano, eram proibidas a circulação e a impressão de qualquer tipo de jornal ou livro. Porém, havia um jornal que, antes da criação da Gazeta do Rio de Janeiro, já circulava clandestinamente: era o Correio Braziliense, produzido pelo jornalista gaúcho Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça.

Se na época as publicações brasileiras eram proibidas porque a Corte Portuguesa temia que os brasileiros fossem influenciados pelas idéias de liberdade, igualdade e fraternidade que circulavam pela Europa, o Correio Braziliense tinha que permanecer clandestino porque simpatizava com tais pensamentos.

O Correio Braziliense foi lançado em junho de 1808, ou seja, três meses antes da Gazeta. Somente em 1999 foi reconhecido oficialmente como pioneiro na história da imprensa brasileira e então, foi criada uma lei que determinava a mudança do dia da imprensa para 1º de junho. (Fonte: site do IBGE)

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