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Evangélicos vão debater Governança e Transparência Pública

05/04/2013 11h55 - última modificação 05/04/2013 12h00


Grupo de entidades evangélicas reúne-se com o propósito de organizar encontro para debater governança e transparência pública, áreas da gestão pública marcadas pela corrupção no Brasil. O encontro será realizado na Casa de Retiros Assunção, de Brasília, nos dias 26 e 27 de abril, com 50 lideranças evangélicas de diversos Estados da Federação.

Antonio Carlos Ribeiro/ALC Notícias
Rio de Janeiro, quarta-feira, 3 de abril de 2013

O evento está sendo organizado por organizações evangélicas como a Tearfund, Rede FALE, Rede Evangélica Nacional de Ação Social (Renas), Aliança Cristã Evangélica Brasileira, movimento das Igrejas Ecocidadãs, ministério Jeame,  Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (ANNEB) e  Evangélicos Pela Justiça (EPJ).

A proposta integra uma mobilização global que ocorrerá em outubro e tem como objetivo envolver o mundo evangélico no debate sobre o enfrentamento da corrupção em diferentes e variadas iniciativas. A decisão de realizar o evento, em novembro de 2011, envolveu a Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB), A Rocha, Ação Evangélica (Acev), Cadi, Ecoliber e Jeame, além das que estão na organização do encontro.

Morgana Boostel, secretária executiva da Rede FALE, justifica o esforço ao afirmar que reconhece “os esforços e avanços obtidos na luta por mais transparência e controle social por setores da sociedade brasileira e inúmeros órgãos como a Controladoria Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e setores do Legislativo e do Judiciário”. Ela defende uma mobilização permanente e sistemática da qual a igreja evangélica não pode esquivar-se.

O movimento de entidades evangélicas pretende aprofundar a compreensão sobre esse tema, a partir das perspectivas religiosas, econômicas, sociais e culturais, em busca de parâmetros para uma ação mais qualificada nessa área, que já envolve setores dos governos e da sociedade engajados no enfrentamento da problemática.

Por outro lado, a própria comunidade evangélica tem neste momento uma necessidade de mobilização permanente para atuar no combate à corrupção. Ela precisa refletir internamente e no contato com outras esferas onde vê a corrupção se manifestar de forma mais aguda.

A corrupção se mostra mais no abuso do poder público para ganhos particulares, estabelecendo a relação entre os setores público e privado. “Todos sabemos que a corrupção é um fenômeno mundial, sendo mais evidente em alguns países do que em outros”, ponderou.

Com essa iniciativa, evangélicos pretendem criar e manter de forma articulada um grupo de organizações evangélicas que contribuam com soluções e façam o controle social, “especialmente dos recursos públicos destinados  à área social”, explicou Morgana.

Fonte: Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC)


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