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Encontro de Pastores/as na FaTeo discute discipulado transformador

03/04/2013 14h30 - última modificação 03/04/2013 14h30

O dia 2 de abril teve um sabor especial na Faculdade de Teologia da Igreja Metodista: dia de visita! Com café quentinho e alegria, a comunidade da FaTeo recebeu pastores e pastoras da Terceira Região Eclesiástica para um encontro ministerial. O encontro começou às 8h30, com café da manhã e seguiu até 16h30, com pausa para um almoço caprichado feito por uma equipe de estudantes e esposas, sob coordenação da Diretoria Administrativa da FaTeo.

No Salão de Leitura do Edifício Gama realizou-se o momento devocional, após uma palavra de saudação do bispo José Carlos Peres e do pastor e professor Paulo Roberto Garcia, reitor da FaTeo, que deu as boas vindas a todos/as em nome da Faculdade. O Prof. Paulo enfatizou a satisfação com a qual a Faculdade de Teologia da Igreja Metodista recebeu esse encontro de ministros/as, como mais um passo da caminhada que a Igreja e Faculdade têm feito juntas. "A FaTeo tem buscado estreitar os laços com as Regiões Eclesiásticas da Igreja Metodista, em especial com a Terceira", disse o reitor. Ao final da saudação, o professor Paulo fez um convite: que outros eventos como esse aconteçam aqui na FaTeo!

Dois de abril: o dia da pregação ao ar livre

O bispo Roberto Alves de Souza foi o preletor convidado do encontro e falou aos/às pastores/as sobre os princípios do Discipulado e a experiência de sua aplicação na Quarta Região Eclesiástica da Igreja Metodista. Ele iniciou sua conferência lembrando de uma data significativa para o movimento metodista, mas pouco conhecida: 2 de abril de 1739 foi o dia em que John Wesley pregou ao ar livre pela primeira vez. A Igreja Metodista nasceu abrindo-se ao mundo!

Wesley pregava nas praças e cemitérios; não se limitou ao templos, da mesma maneira que não se limitou aos cultos regulares, buscando o fortalecimento da fé por meio de pequenos grupos de estudo. E foi por intermédio dos pequenos grupos, que reunia leigos e leigas, que o movimento metodista se firmou. "O metodismo fez sucesso não apenas por causa do envolvimento de Wesley, mas de todo o povo chamado metodista", disse o bispo Roberto. As reuniões dos pequenos grupos de discipulado foram fundamentais para o fortalecimento dos irmãos/ãs metodistas e do movimento que deixaria marcas, do século 18 aos dias de hoje.

"Discipulado é relacionamento, é envolvimento, é comprometimento" , declarou o bispo Roberto Alves, destacando a importância que os membros da Igreja conheçam e amparem uns aos outros em suas necessidades, bem como conheçam a sociedade na qual se inserem. "O discipulado metodista é uma proposta transformadora da realidade. Ela tem o propósito wesleyano de transformar a Igreja, a nação e as pessoas", disse o bispo. Ele citou como exemplo um grupo que se mobiliza para consertar as janelas quebradas de uma escola do bairro. Pequenas ações podem fazer grande diferença. A diferença que o movimento metodista fez na Inglaterra do século 18 também pode fazer no Brasil do século 21.

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