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Deputados paulistas homenageiam centenário do Credo Social Metodista. FaTeo participa do evento.

06/04/2010 21h37 - última modificação 06/04/2010 21h53

O respeito ao trabalhador, a justiça social e a igualdade de direitos são as ênfases do documento que nasceu 40 anos antes da Declaração Universal dos Direitos Humanos


No dia 9 de abril, a Igreja Metodista receberá uma homenagem na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pelo centenário de seu “Credo Social”. A cerimônia ocorrerá às 20h, no auditório Presidente JK, Ibirapuera, por iniciativa do Deputado Estevam Galvão. Estarão presentes lideranças da Igreja e da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, com uma participação especial do Conjunto Coral Canto da Terra, composto por estudantes de Teologia.


Local: Palácio 9 de Julho – Avenida Pedro Álvares Cabral, 201,Ibirapuera, SP.

Data: 9 de abril, sexta-feira, 20 horas.

Informações: cerimonial@al.sp.gov.br Tel. (11) 3886-6280


Do reconhecimento municipal ao estadual


No dia 10 de dezembro de 2009, Dia Internacional dos Direitos Humanos, a Câmara Municipal de São Paulo realizou uma Sessão Solene para celebrar o centenário do "Credo Social Metodista", com a presença de lideranças da Igreja Metodista e da cidade de São Paulo.

O evento foi motivado pelo livro Sal da Terra e Luz do Mundo: 100 anos do Credo Social Metodista, lançado pela Editeo em 2009 e o oferecido a lideranças políticas brasileiras, a fim de estimular o necessário diálogo entre Igreja e. Sensível à relevância deste diálogo, a Câmara Municipal de São Paulo resolveu prestar essa homenagem ao centenário do Credo Social no dia 10 de dezembro e, assim, reafirmar o valor da justiça e do direito em todos os tempos e lugares.


O Credo Social e sua história


A Igreja e os Problemas Sociais foi o primeiro nome do Credo Social Metodista, documento publicado em 1908, por decisão do Concílio Geral da Igreja Metodista Episcopal, nos Estados Unidos. O texto da época dá grande ênfase às condições de trabalho e declara seu compromisso com “direitos iguais e justiça completa para todos os seres humanos em cada momento de suas vidas’, 40 anos antes da Declaração Universal dos Direitos Humanos. No Brasil, o pastor metodista Guaracy Silveira, deputado federal pela Assembléia Constituinte de 1933, foi um dos grandes divulgadores do documento que afirmava a justiça social e a defesa do trabalhador.

Voz de denúncia e anúncio proféticos da Igreja Metodista, o Credo Social passou por adaptações a cada transformação do cenário nacional, mas manteve sempre o compromisso de defender a vida humana contra qualquer forma de opressão, buscando a construção do Reino de Deus anunciado por Jesus. De seu fundador, o teólogo inglês John Wesley (1703-1791), os metodistas também aprenderam que “o evangelho de Cristo não conhece religião que não seja religião social; não conhece santidade, que não seja santidade social”.

Em um momento histórico em que conquistas sociais e índices econômicos animadores ainda coexistem com denúncias de trabalho escravo no estado mais rico do país, para a Igreja Metodista o reconhecimento do valor de seu Credo Social não é apenas uma honra recebida com alegria, mas, sobretudo, um incentivo para que ela confirme sua vocação social e faça jus ao lema que adotou: ser uma “comunidade missionária a serviço do povo”.


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