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Culto marca abertura da 65ª Semana Wesleyana, na FaTeo

17/05/2016 21h09

 

Estudantes e ex-alunos/as da Casa, vindos de várias partes do Brasil, lotaram, na noite desta segunda-feira (16), o auditório do Edifício Ômega, para o culto de abertura da 65ª edição da Semana Wesleyana, tradicional semana acadêmica da Faculdade de Teologia da Igreja metodista/Umesp.

 

 

O reverendo Jonadab Domingues de Almeida fez a primeira leitura da noite, o Salmo 8 e a reverenda Blanches de Paula, coordenadora do Programa de Formação da FaTeo, fez a oração de adoração logo após o hino 293 do Hinário Evangélico Grande Amor, de Charles Wesley e John Zundel, com tradução do Rev. Antônio Campos Gonçalves e Harmonização de A. Zimmermann.

 

 

O reitor da FaTeo, reverendo Paulo Roberto Garcia acolheu e agradeceu ao principal conferencista da Semana, o Dr. Justo González e sua esposa Catherine, assim como ao Colégio Episcopal da Igreja Metodista, ao Conselho Diretor da Faculdade e em especial à professora Blanches Paula e Prof. José Carlos que esteve à frente da organização da semana. O professor Paulo também deu as boas vindas aos participantes do evento.

 

 

 

O Coral Canto da Terra, da Fateo, com 42 vozes, sob regência do maestro Jonas Paulo, acompanhado ao piano por Liséte Espíndola entoou o hino Alegres Adorai e Mil Línguas Eu Quisera Ter, ambos de autoria de Charles Wesley.

 

 

O pregador da noite foi o Revmo. Bispo Luiz Vergílio Batista da Rosa, presidente da 2ª Região Eclesiástica, que trouxe reflexão sobre o texto de Romanos 12.1-2. Falando de diálogo, tema da Semana, o bispo Vergílio lembrou que primeiro é preciso reconhecer onde é o nosso lugar.

 

 

O bispo citou alguns exemplos de pessoas em momentos e lugares que trouxeram transformação, individual ou coletiva, como o movimento na Rua Azuza, que é marca de tempo de avivamento, o protesto de Rosa Parks, que não saiu do lugar que era destinado a brancos, num ônibus nos EUA, em 1955, com isso sinalizando a luta pelos direitos civis, a porta do Castelo de Wittenberg, onde Lutero fixou suas 95 teses e a experiência de Wesley na Rua Aldersgate, na Inglaterra.

 

 

Falando também a respeito do momento conturbado pelo qual passa a política do nosso país, o bispo Vergílio disse que o inconformismo é próprio do Evangelho. E com base no texto de Romanos afirmou que o culto é o local onde movimentos são gerados pelo Espírito de Deus “com o desejo de que Deus avive a sua obra”.



Para o bispo, a carta aos Romanos, em especial o texto lido, revela a convergência do foco pastoral do apóstolo Paulo, quando ele busca mostrar o que é o culto. “É vida que se oferece ao autor da vida. Com sacrifício vivo. Não precisa mais de mortes. É lugar de vida”, disse, ressaltando que o culto é o espaço público de atuação da comunidade de fé, onde cada um oferece sua vida para gerar vida em outras pessoas. E enfatizou: “Vá com tudo para o culto. Com tudo o que tem, porque o culto deve ser agradável a Deus e não a mim”.

 

Professor José carlos deu informações sobre a sequência da Semana , com as programações, inclusive de oficinas na parte da tarde

 

Ainda refletindo sobre o culto, o bispo ressaltou que este é o tempo da inconformidade, tempo de salvação. E mais, que não existe transformação que não se veja. “O culto é espaço para a volta a imago Dei. Os desafios estão postos nesse tempo. Devemos ser sensíveis ao Espírito Santo que permite fazermos sinas concretos para alcançar homens e mulheres”.

 

Bispo Adonias, presidente do Colégio episcopal, no momento de intercessão pelo país, igreja, regiões e concílio geral

 

Antes de finalizar, o Revmo. bispo Adonias Pereira do Lago, presidente do Colégio Episcopal, falou ao público presente enfatizando que a igreja precisa ser reformada, transformada e avivada pelo poder do Evangelho. Lembrou do quadrilátero wesleyano, dando valor a todo conhecimento mas ressaltando que “tudo o que possamos ouvir nessa semana, também vamos buscar juntos  a experiência com o Espírito Santo. Vamos permitir que Deus transforme a nossa vida e continue transformando a nossa igreja para que não vivamos de teoria e nem de histórias bonitas do passado. Que nós marquemos presença hoje, através do evangelho poderoso de Jesus Cristo que é poderoso para transformar a mim, a você, a nossa igreja, e a nossa igreja ser instrumento de transformação da nossa sociedade e do nosso país”, com essas palavras o bispo deu início à oração de intercessão pelo Brasil, pelas igrejas e regiões e pelo concílio geral. Em seguida, o Revmo. Bispo Paulo Lockmann, presidente da 1ª Região Eclesiástica impetrou a bênção encerrando o culto desta segunda.

 

 

 

Texto: Rose Rosa
Fotos: Ricardo Bissolato

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