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Comunidade Metodista do Povo de Rua nasceu como TCC de Teologia

28/05/2009 20h53 - última modificação 28/05/2009 20h56

No dia 27 de maio, o Jornal Nacional (noticiário da Rede Globo de Televisão), exibiu uma reportagem com a Comunidade Metodista do Povo de Rua, como parte de uma série de reportagens sobre instituições sociais mantidas por igrejas evangélicas.

O repórter do telejornal entrevistou moradores de rua assistidos pela Comunidade, o pastor Marcos Garcia, da Catedral Metodista de São Paulo, igreja responsável pelo trabalho, Luis Wilson Pereira, coordenador, e Antônio José de Souza que, num depoimento publicado pelo jornal metodista Expositor Cristão em julho de 2007, agradecia as mudanças ocorridas em sua vida graças ao projeto. Na ocasião, ele já exibia, orgulhoso, a documentação que o faria voltar à cidadania e ao mercado de trabalho. Na entrevista concedida ao Jornal Nacional, Antônio já pôde mostrar uma linda família – e esposa e a filhinha, que ele sustenta com seu trabalho.


Comunidade Metodista do Povo de Rua nasceu a partir de um projeto de TCC da FaTeo


A Comunidade Metodista do Povo de Rua nasceu como um trabalho de faculdade que ganhou vida no encontro com a rua. Em 1990, o então acadêmico de teologia da FaTeo Alcides Alexandre de Lima Barros foi convidado pelo Bispo Nelson Luiz Campos Leite para fazer um acompanhamento do povo de rua. A Igreja Metodista da Luz estava começando um trabalho em parceria com a Igreja Metodista Coreana Ebenezer, que quatro anos antes já servia café na Praça Fernando Costa, região central de São Paulo. Chegavam a juntar mais de 300 pessoas na praça. “Usávamos um megafone para falar com eles durante o café”, conta o pastor Alcides.


Em julho de 1991, a prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Ação Social, propôs uma parceria com a Igreja, para melhorar o atendimento aos moradores de rua, durante os meses de inverno.A prefeitura oferecia o abrigo, localizado no Viaduto Pedroso, para o atendimento e criação de uma casa de convivência. Para formalizar o contrato entre igreja e prefeitura, o pastor Alcides elaborou um projeto que seria, também, o seu trabalho de conclusão de curso para a Faculdade de Teologia. Sarah Frances Bowden, então Secretária Regional de Ação Social da 3ª RE da Igreja Metodista, e o missionário Thomas Kemper, na época professor da Faculdade de Teologia da Umesp (atualmente é Secretário de Missões da Igreja Metodista Unida, na Alemanha) foram chamados para organizar a seleção do primeiro corpo de funcionários da casa: Sandra Corrêa Costa, Regina Célia Medeiros, Uilson Lira, Vicente Paula de Almeida, Eliene de Souza Bispo, Samuel Duarte e Welington Alves Medeiros, além do pastor Alcides Barros.


E assim nasceu, oficialmente, a Comunidade Metodista do Povo de Rua, que começou a atender no dia 26 de junho de 1992, acolhendo os moradores de rua numa casa de convivência (aberta de segunda a sexta, durante o dia) e, inicialmente, num abrigo emergencial, aberto à noite de junho a setembro. A partir de 1996, o abrigo tornou-se permanente. Hoje é o maior projeto metodista voltado para população de rua em todo o Brasil. (Fonte: Jornal Expositor Cristão, julho de 2007)


Mais informações: Comunidade Metodista do Povo de Rua

Viaduto Pedroso, 111 – Bela Vista – São Paulo – SP

CEP: 01322-060 • Tel.(11) 3289-2755 ou 3287-7056

e-mail: comunidadepovoderua@terra.com.br

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