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Comunicação é o elo invisível que une as comunidades de fé, diz presidente da WACC

12/09/2012 13h20 - última modificação 12/09/2012 13h21


O direito à comunicação é inerente a todos os outros direitos humanos e sua prática precisa ter caráter libertador, constituindo o elo invisível que mantém as comunidades de fé unidas, disse o presidente da Associação Mundial para a Comunicação Cristã (WACC), professor Dennis Smith.

Micael Vier B.
terça-feira, 11 de setembro de 2012

Agência Latino-americana e Caribenha de Comunicação


Ele apresentou, no dia 11 de setembro, a palestra de abertura do segundo dia do I Congresso Internacional da Faculdades EST, reunido em São Leopoldo de 11 a 14 de setembro.

Documento base da WACC sobre a midiatização cristã, formulado em 1986 e recentemente atualizado, afirma a comunicação como um exercício espiritual capaz de celebrar a diversidade cultural, construir vínculos, criar comunidades, ampliar a participação e desafiar a injustiça.

“Quando inclusiva, a comunicação torna as experiências coletivas mais vívidas e enriquece a troca de informações no espaço público”, frisou Smith a professores, pesquisadores e estudantes reunidos no Auditório da Faculdades EST.

Além de promover a conectividade, estabelecendo relações de cuidado com os outros e com a Criação, Smith disse que a incorporação da tecnologia à sociedade multiplica as vozes e permite às pessoas historicamente invisibilizadas a manifestarem suas crenças e opiniões.

O presidente da WACC sublinhou que apesar da homogeneidade produzida pela globalização, muitas pessoas estão reivindicando sua identidade cultural. Nesse cenário, frisou, cabe aos comunicadores promoverem sociedades nas quais as culturas possam conviver em paz e em diálogo.

Sobre o desafio de reafirmar a justiça através da comunicação, Smith recordou que a concentração dos conglomerados midiáticos gera um cenário a partir do qual pequenos grupos de poder decidem quais vozes e imagens serão relegadas ao conhecimento público, moldando a opinião daqueles que consomem informações midiatizadas.

Ao citar o trabalho do antropólogo colombiano Jesús Martín-Barbero, o palestrante recordou que, para além de um instrumental de ordem técnica, a comunicação representa um processo de construção de sentidos em conjunto.

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