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CLAI condena ação militar norte-americana na Síria

05/09/2013 12h33


QUITO - O Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI) enviou carta ao presidente Barack Obama criticando uma eventual intervenção dos Estados Unidos na Síria e acolheu a sugestão do papa Francisco de dedicar o próximo domingo, 8, a jornadas de oração pela paz.

ALC
quarta-feira, 4 de setembro de 2013


Os Estados Unidos, com o apoio da França, está ameaçando uma ação bélica contra a Síria, sob a alegação de que o exército sírio teria usado armas químicas contra as forças rebeldes, atingindo também civis, em aberta violação a tratados internacionais.

Analistas credenciados colocam em dúvida o uso de tais armas, alega o CLAI na carta entregue na Embaixada estadunidense em Quito. O texto lembra que em 2003, o governo dos Estados Unidos assegurou a existência de arsenais atômicos no Iraque, justificando assim sua intervenção militar no país. No entanto, tempos depois ficou comprovado que o Iraque não tinha tal poderio bélico.

O documento do CLAI, assinado pelo seu secretário geral, pastor Nilton Giese, argumenta que a violência engendra maior violência. " O que menos se precisa na triste situação atual da Síria é de mais violência. São incalculáveis os terríveis danos que pode ocasionar um ataque estadunidense à Síria. Das entidades internacionais devem surgir esforços que conduzam ao dialogo, à harmonia e à paz, e não estímulos ao incremento da violência", menciona a carta do CLAI..

A grande maioria da comunidade internacional, inclusive os países da América Latina, não respalda uma ação militar dos Estados Unidos na Síria. "Levá-la a cabo seria uma grave violação ao direito internacional", frisa o organismo ecumênico regional, que congrega 167 igrejas evangélicas de 20 nações.

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