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Assinatura do histórico Pacto Anglicano-Metodista completa dez anos

11/07/2013 12h45 - última modificação 11/07/2013 13h00


Em novembro de 2013 o histórico Pacto Anglicano-Metodista, assinado pela Igreja Metodista da Grã-Bretanha e pela Igreja da Inglaterra, completará uma década. Uma reunião da Conferência Metodista na Methodist Central Hall, em Londres, realizada no dia 8 de julho, decidiu publicar dois relatórios para avaliar os progressos alcançados ao longo desta última década.

A Comissão de Implementação Conjunta para a Aliança Anglicana-Metodista  publicará o seu relatório com o título provisório "O Desafio da Aliança”, eletronicamente, em setembro, para que todos possam ler e interagir. O objetivo da comissão é avaliar o alcance desse pacto até agora e quais serão os próximos passos para que essas duas Igrejas caminhem mais próximas na missão. Os resultados dessa avaliação serão apresentados no Concílio e Sínodo Geral, em 2014.

O professor Peter Howdle, co-presidente da Comissão de Implementação, disse: "Os relatórios vão lançar algumas questões desafiadoras para nossas igrejas sobre como elas precisam mudar e se adaptar para a unidade na missão da Igreja. Estou ansioso para o retorno e os debates no próximo ano, o Concílio e o Sínodo Geral, como as nossas duas igrejas irão responder e explorar os próximos passos na nossa caminhada juntos.”

Dois anos atrás, o ex-arcebispo de Cantuária, Dr. Rowan Williams, disse ao Concílio Metodista que ele queria ver a Igreja da Inglaterra e comunidades metodistas crescendo muito mais próximas. Em 2010, o então presidente do Concílio Metodista, o reverendo David Gamble, levantou a questão de como as duas Igrejas poderiam responder aos desafios do século 21: uma sociedade de diferentes crenças, culturas e histórias.  E afirmou: "Nós estamos preparados para ser modificados e até mesmo para deixar de ter uma existência separada como Igreja, se isso for servir às necessidades do Reino”.

Em uma Carta Pastoral ao Povo Metodista, em março 2010, ele disse: "Votamos consistentemente ao longo dos anos por programas de unidade que são elaborados para aumentar a eficácia de toda a Igreja em missão. Este não é um desejo de morte, mas um desejo de ser obediente e uma vontade de ser transformado. Nós podemos suportar deixar de existir como uma Igreja autônoma porque sabemos que continuaríamos sendo povo metodista dentro de uma Igreja maior. Não só nós, mas outras igrejas precisam estar preparadas para avançar juntas e deixar algumas coisas para trás no avanço em direção ao Reino. Portanto, não se trata aqui de metodistas sendo submersos ou absorvidos pela Igreja da Inglaterra, ou qualquer outro dos nossos parceiros. Não é uma questão de metodistas retornando ao aprisco anglicano, mas de ver se, juntos, estamos preparados para nos tornarmos uma "nova equipe”.


Para mais informações acesse o site da Igreja Metodista britânica CLICANDO AQUI.



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