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Em Jerusalém, aluno da FaTeo fala de suas expectativas como voluntário de programa do CMI

21/08/2013 14h55 - última modificação 22/08/2013 12h21

Felipe Gustavo Jamaites, 21 anos, é aluno do 2º ano de Teologia da FaTeo. Veio à faculdade recomendado pela Igreja Metodista em São Gabriel do Oeste, Mato Grosso do Sul, onde seu pai, Rev. André Jamaites, exerce atualmente o ministério pastoral.  Mas nos próximos meses o aluno Felipe não frequentará as aulas da Faculdade de Teologia. Seus colegas e professores/as só poderão vê-lo à distância, por intermédio de ferramentas tecnológicas: é que Felipe já está em Israel, onde é voluntário do Programa de Acompanhamento Ecumênico à Palestina e Israel, uma iniciativa do Conselho Mundial de Igrejas que procura garantir o respeito aos direitos humanos e às leis humanitárias internacionais nos territórios palestinos ocupados por forças israelenses. Graças ao bom rendimento acadêmico e fluência em inglês, ele pôde aproveitar a oportunidade que nasceu de uma parceria entre a FaTeo e o EAPPI e sente-se grato pelo privilégio: “Gostaria de deixar meus agradecimentos a Deus, aos meus pais (Izabel e André Jamaites), aos meus irmãos, parentes e amigos espalhados pelo Brasil, pelo apoio, carinho e amizade”.

Leia, a seguir, uma entrevista que Felipe concedeu à FaTeo, recém-chegado a Jerusalém, de onde já  manda as primeiras fotos que você pode conferir no Facebook. http://www.facebook.com/fateo.metodista

O que o motivou a se inscrever ao programa EAPPI?
Eu conheci o programa através de uma palestra oferecida pela faculdade, na qual um dos antigos participantes falou sobre o trabalho, acentuando o convite já feito num edital da FaTeo. (Leia em http://www.metodista.br/fateo/noticias/dialogo-comunitario-na-fateo). Como o lugar onde atua o programa é parte de meus estudos na faculdade, fiquei muito interessado, pois além de ajudar pessoas, poderia conhecer de perto a realidade e cultura de todos os povos que aqui vivem.

Como foi o processo de capacitação ao programa?
Houve primeiramente cinco dias de treinamento intensivo para a apresentação do programa e conhecimentos necessários para um participante. Depois que o Conselho Mundial de Igrejas me selecionou, precisei passar por uma avaliação psicológica. O programa exige porque é uma área de risco e conflito, e é necessário ter maturidade e sensatez para administrar as situações possíveis.

Que expectativas você tem em relação ao programa? O que espera ver e aprender aí?
O meu objetivo aqui é ajudar o máximo de pessoas, executando as ações do programa e também, desta forma, transmitir o amor de Deus às pessoas que me cercam. Quero fazer contatos, amizades, ajudar outros projetos. Pretendo fazer o que estiver ao meu alcance para ajudar e aprender. Quero aprender e vivenciar a história dos lugares bíblicos, pois é parte de minha formação como teólogo. Também quero conhecer mais sobre o povo árabe que também vive aqui. Os conflitos existentes aqui são mal ou parcialmente divulgados pela mídia. Vivenciando será mais fácil entender o que
realmente acontece e tentar ajudar. Espero também poder aprender um pouco do idioma local, pois particularmente, o estudo de idiomas é uma de minhas paixões.

Quanto tempo ficará e onde?
Ficarei três meses na cidade de Jerusalém, sede do programa e onde uma das equipes de voluntários (no caso, a minha) atuará.

Como você imagina que a experiência vivida na Palestina influenciará  na sua vida e carreira?
Para começar é uma oportunidade de crescer como cristão e como ser humano, isso já faz toda a diferença para minha  carreira. É algo relevante para a vida toda. Mas, com certeza, a oportunidade de participar de um programa internacional,  onde há uma seleção rigorosa, e que possui tamanha responsabilidade em sua área de atuação, traz segurança e confiabilidade também ao meu  futuro profissional. Embora eu seja muito atuante nas igrejas locais desde pequeno e até mesmo tenha tomado conta de uma congregação metodista, como seminarista, pretendo, após o término da faculdade, especializar-me para área da educação. Mas pretendo continuar trabalhando da mesma forma para a Igreja.

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