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ALC proporcionará reflexões para a celebração dos 500 anos da Reforma protestante

30/01/2014 12h55 - última modificação 30/01/2014 13h09

O pensamento e a obra de Martim Lutero e tantos outros reformadores, inscrevem-se no grande movimento religioso de princípios do século XVI denominado de “Reforma protestante”, que finalizou com a supremacia eclesiástica, religiosa e política da Igreja de Roma na Europa criando igrejas protestantes de diferentes denominações. Ainda que a Reforma foi essencialmente um movimento religioso, ele produziu importantes mudanças em quase todos os aspectos da vida social, econômica e política, com grandes repercussões na história moderna do mundo ocidental. Veja a primeira contribuição, do pastor Lisandro Orlov, Desde a Sociedade para o Púlpito, nesta página web.

ALC
Buenos Aires, quinta-feira, 23 de janeiro de 2014


No âmbito do Rio da Prata, as igrejas Valdense do Rio da Prata (IEVRP),  Evangélica Metodista Argentina (IEMA), Evangélica Luterana Unida (IELU), Evangélica do Rio da Prata (IERP) e Reformada na Argentina (que aderiu à IERP) aderiram, em 1980, a Concórdia de Leuenberg. Essa Concórdia, foi assinada por igrejas luteranas e reformadas da Europa, igrejas unidas delas resultantes, bem como as igrejas da pré-Reforma dos Valdenses e dos dos irmãos Moravos, o que lhes permite estabelecer e praticar a comunhão eclesiástica. Elas confessam que a luta pela verdade e a unidade da Igreja esteve e está unida também a culpa e sofrimento.

A Igreja está fundada somente em Jesus Cristo quem, mediante a doação de sua salvação na proclamação e nos sacramentos, a congrega e comissiona. Por isso, segundo entendimento da Reforma, para a verdadeira unidade da Igreja é necessária e suficiente a coincidência na autêntica doutrina do Evangelho e na correta administração dos sacramentos. Desses critérios da Reforma as igrejas participantes deduzem seu entendimento de comunhão eclesiástica.

As cinco igrejas do Rio da Prata que firmaram a Concórdia de Leuenberg passam a se reconhecer como Comunhão de Igrejas da Reforma (CIR). Às vésperas dos 500 anos do - quiçá - fato mais significativo que deu início ao movimento da Reforma protestante, a saber, a exposição pública das 95 teses do Dr. Martim Lutero nas portas da Igreja do Palácio de Wittemberg, Alemanha, no dia 31 de outubro de 1517, as igrejas reunidas na CIR decidiram refletir sobre diversos temas à luz do pensamento protestante, que foi formado de uma crítica ao status quo e que esteve e continua construído sobre três pilares: só por fé, só por graça, só por Cristo.

Ao longo do ciclo de reflexões propõe-se a coleta do pensamento de diferentes colaboradores, que elaborarão abordagens sobre as diferentes temáticas selecionadas no marco do que se considera “o pensamento próprio da Reforma”.

Espera-se que as reflexões e os recursos aqui compartilhados contribuam para uma leitura crítica das realidades e que, a partir de tal crítica, seja possível a elaboração e execução de ações fiéis ao Evangelho voltadas ao bem-estar da sociedade.


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