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Docente de Engenharia Ambiental alerta no DGABC para reciclagem insuficiente de pilhas

Materiais podem contaminar solo e água subterrânea

30/07/2018 17h40 - última modificação 01/08/2018 17h50

Produzidas com metais pesados e tóxicos como mercúrio, chumbo e cádmio, pilhas e baterias representam sério problema ambiental devido aos insuficientes programas de recolhimento e reciclagem. Das sete cidades do ABC paulista, somente Santo André desenvolve política pública de coleta e descarte adequado.

Em reportagem do Diário do Grande ABC na edição de 29 de julho último sobre o tema, professora Viviane Pereira Alves, do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária presencial e semipresencial da Universidade Metodista de São Paulo, atribui o cenário ao alto custo da reciclagem desses materiais. O processo é oneroso porque envolve muitas etapas, iniciando pela triagem feita segundo a composição do material, trituração, neutralização, separação das partes sólida e líquida e análise química, entre outros. “A tonelada dos produtos para a reciclagem custa, em média, R$ 900”, informa a docente. Só de pilhas, são vendidas 1 bilhão de unidades por mês no Brasil.

Leia a íntegra da reportagem.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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