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Metô Experience discute "As Transformações do mundo depois do mobile"

Marketing geolocalizado é a novidade nos smartphones e tablets

25/10/2018 20h40 - última modificação 29/10/2018 14h05

O Metô Experience realizado em 22 de outubro último pela Universidade Metodista de São Paulo criou um ambiente de talk show sobre o tema ‘As Transformações do mundo depois do mobile’. O destaque ficou com os palestrantes João Ribeiro, psicólogo de formação que atua há 16 anos na área de Tecnologia e Marketing Digital, e com Fernando Dias, formado em Administração de Empresas com especialização em Planejamento e Marketing.

A conversa entre os dois revisitou o começo do marketing mobile, nos anos 2000, quando as emissoras de televisão ainda utilizavam SMS para os telespectadores participarem de leilões ou de programas ao vivo. Fernando Dias, que trabalhou nesse meio, disse que naquela época não havia regularização sobre as emissoras cobrarem taxas exorbitantes dos clientes e que essa prática hoje está mais regulamentada.

Com a evolução da tecnologia, poucas pessoas no Brasil ainda utilizam SMS. O que domina é o aplicativo de conversa ‘WhatsApp”. Já em questão de marketing, João Ribeiro afirmou que as empresas que utilizam essa ferramenta para entrar em contato com clientes acabam sendo um pouco invasivas. Além disso, o aplicativo pode identificar como spam uma marca que envia mensagem sem o cliente aceitar ou mesmo conhecer.

Geolocalização 

Os palestrantes revelaram uma novidade do marketing mobile e que é pouco utilizada no Brasil: trata-se do marketing dentro dos aplicativos, de jogos e o marketing geolocalizado, que identifica onde o cliente está e oferece produtos ou marcas que ele necessita naquele lugar.

O palestrante Fernando Dias revelou: “A ferramenta mais acessível hoje para uma marca contatar o cliente é por meio do celular. Empresas que já têm contato com um cliente e desejam vender novidades, precisam convencer as pessoas de que aquele produto é bom. E um meio muito funcional é mandar vídeos pelo ‘WhatsApp’. Além disso, as marcas precisam saber: o que prende o cliente são as coisas mais extraordinárias, que não são comuns”, afirmou.

 

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