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Mini-Handebol encerra atividades em 2018 com festa e premiações

Crianças também produziram mascotes para equipes

10/12/2018 17h20 - última modificação 10/12/2018 20h31

O projeto da Universidade Metodista de São Paulo que oferece aulas gratuitas de handebol a crianças de 6 a 12 anos encerrou 2018 com festa, premiação de melhor mascote e medalhas aos garotos que participaram das atividades desde o início. O encontro ocorreu na última sexta-feira, 7 de novembro.

Mesmo uniformizados, os alunos receberam coletes personalizados para homenagear nove equipes tradicionais do Estado de São Paulo, como Esporte Clube Pinheiros, Hebraica, Mesc, Santo André e São Caetano, além de Clube Mogiano e São José dos Campos. Também houve espaço para homenagear a ACISEG (Associação Cultural Interligada Social Esportiva Guarulhos).

Os jogos duraram cerca de duas horas, alternando entre as crianças nas quadras do Ginásio e no Centro de Convivência. Enquanto não estavam na quadra, meninos e meninas participavam de atividade criativa para desenhar o mascote de sua equipe orientados por cerca de 20 alunos do 2º e 4º semestres do curso de Educação Física. Familiares filmavam e assistiam as ações de mini-handebol e de desenho.

“Minha filha gostou de voltar para cá (Metodista) para jogar handebol. Ela fazia anteriormente e retornou por indicação de amigos. Ainda mais por ser gratuito. Ela faz vôlei e luta, e o sonho é seguir para o atletismo”, disse Célia Stenico.  De acordo com Célia, Beatriz Stenico, 12, está triste por não poder continuar em 2019 pois vai extrapolar o limite de idade, porém sonha que o professor crie uma modalidade para os mais velhos.

Já Camila Faustino da Silva precisou usar das artimanhas de mãe para convencer o filho Guilherme Faustino, de 9 anos, a conhecer o handebol como teste, já que pratica futebol e natação no momento. “De início ele (Guilherme) não queria muito, mas avisei que era só para experimentar, sem pressão alguma. Acabou curtindo e sempre fica ansioso para vir.” Ela ainda completa. “Ter começado no mini-handebol ajudou na diminuição do colesterol que estava alto”.

A família Coelho, por exemplo, participou do encerramento com três membros, além das duas crianças, Davi de 6 anos e Rafael de 10. De acordo com o pai Newton, “a ideia do mini-handebol foi ótima, porque estava complicado encontrar atividades para o filho menor. Além da locomoção, é mais prático os dois juntos aqui na Metodista”, comentou. Os garotos já são ambientados ao local, porque são alunos do Colégio Metodista, e a mãe, Thais Coelho, é ex-professora da instituição.

Memória

“Não pisava aqui (universidade) desde quando me formei”, relembrou Sandra Bellucco, tia de uma das meninas que naquele momento estava na quadra. Sandra formou-se em Letras (Tradutor e Intérprete) em 1974 ainda com o Edifício Lambda em construção. Para a pedagoga, a sobrinha está praticando o esporte certo, pois usa uma parte do corpo essencial. “O esporte que usa as mãos tem um ar mais artístico. Tudo que fazemos de bonito usamos as mãos. Por outro lado, o pé, usamos de forma inconsciente para andar, não é necessário pensar tanto para se locomover”.

“A personalidade deve desabrochar e fazer com que isso seja um trampolim para a vida dela. A Metodista oferece essa estrutura esportiva e mental, como estamos vendo hoje nas atividades com desenhos. Espero que ela faça parte do Colégio (Metodista) em 2019”, observou Sandra Bellucco em relação à expectativa de Livia Bellucco, de 10 anos, ingressar no Ensino Fundamental particular.

Premiação e confraternização

Depois das práticas esportivas e mental das crianças, os pais foram convidados para o ‘tiro de 7 metros’, espécie de pênalti no handebol, pela comissão técnica coordenada pelo professor Diego Melo de Abreu. O ato era apenas observado pelas crianças que se divertiam com as cenas provocadas pelos familiares na quadra.

Pouco mais de 30 minutos passados, cerca de 60 crianças se organizaram no Centro de Convivência com os responsáveis para aguardar a divulgação dos três melhores mascotes criados pelos jovens. A partir daí foram entregues medalhas aos alunos presentes ao longo do projeto de handebol e mini-handebol. A festa com comes e bebes encerrou o ciclo.

“Foi algo muito importante esse projeto. Trouxe garotada para o esporte sem obrigação de ser atleta”, salientou o coordenador Diego Abreu. Em 2019 o projeto deve retornar na segunda semana de fevereiro.

Confira as fotos do encerramento:

 

Encerramento Mini-Handebol

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