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Professor Maskio fala sobre emprego ao portal Terra e ao Diário do Grande ABC

Nível de emprego fica estável, mas saldo ainda é negativo

22/06/2018 18h35

O nível de emprego no Brasil apresenta estabilidade, embora o saldo ainda se mostre negativo em virtude da recuperação bastante lenta da economia. Em consequência, o desemprego não deve sair do patamar de 12%, mostram dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho.

Segundo entrevista ao portal Terra e ao Diário do Grande ABC do professor Sandro Maskio, do curso de Ciências Econômicas, 2017 mostrou-se melhor porque houve queda muito acentuada no número de vagas em 2015 e 2016 em todos os setores. Mesmo em 2018, com a indústria mostrando melhoria nas atividades, a recuperação ainda está ‘engatinhando’, dado que o resultado dos anos anteriores foi muito baixo, apontou o docente da Universidade Metodista de São Paulo.

Segundo o Caged, em 2017 foram criadas 14,635 milhões de vagas de emprego, mas deixaram de existir 14,656 milhões. Com isso, o saldo final foi de 20,8 mil vagas a menos no ano passado -- embora melhor do que nos dois anos anteriores: 2016 encerrou com 1,326 milhão empregos a menos e 2015 atingiu 1,534 milhão vagas suprimidas. Já o Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou que o emprego nas indústrias do Grande ABC registrou o melhor resultado para maio desde 2011. Há sete anos, o saldo – diferença entre número de dispensas e admissões – era de 1.550 trabalhadores, enquanto que neste maio de 2018 foi de 340.

Mais autônomos

Outro indicador do mercado de trabalho - do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - mostra que pela primeira vez o número de pessoas que trabalham de forma autônoma ou sem carteira assinada superou o número dos que trabalham em emprego formal. No último trimestre de 2017, o Brasil finalizou com 34,31 milhões de pessoas trabalhando de forma autônoma ou sem carteira e 33,32 milhões em uma vaga registrada.

A reportagem do Terra aponta ainda dois movimentos inusitados no mercado: 70% dos desempregados aceitariam novo trabalho por salário menor e 53% dos empregadores deixaram de contratar profissionais devido à alta qualificação para a função à qual concorreram. O temor é de que essas pessoas que têm ensino superior e falam outro idioma não durem muito tempo na vaga.

Leia a íntegra das reportagens no Terra e no DGABC.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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