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Planejamento financeiro é essencial para um futuro tranquilo, alerta especialista

Marcus Matos falou na Metodista dentro da programação da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira

18/05/2018 19h00

Marcus Matos falou a convite dos cursos de Ciências Econômicas, Marketing EAD e Gestão Comercial

Se um jovem poupar 10% do salário a partir dos 25 anos de idade, quando chegar aos 65 terá renda mensal equivalente ao que ganhava no início da carreira. Se começar a fazer reservas financeiras somente aos 55 anos, terá que guardar 90% do que ganha para chegar aos 65 com o mesmo nível de renda dos 55.

Parece um alerta elementar sobre a importância de se fazer economia para garantir um futuro sem sobressaltos, mas não é bem assim. “Conheço muita gente que está na faixa dos 50 anos com vida confortável, casa própria, carro do ano, boa profissão, mas não fez nenhuma poupança até agora”, testemunha o especialista em planejamento financeiro Marcus Matos, do alto de mais de 20 anos de experiência em investimentos financeiros.

Ele foi objetivo nos cálculos: com a aposentadoria em média aos 65 anos e expectativa de vida hoje próxima dos 85/90, o que vai sustentar os 20/25 anos restantes dessa pessoa? “Na terceira idade não haverá trabalho, não há disposição física e nem interesse do mercado em nos contratar”, sintetizou Marcus Matos ao falar a alunos do curso de Ciências Econômicas da Universidade Metodista de São Paulo na noite de 17 de maio sobre “Planejamento Financeiro e Você”.

Pensar em outras fontes de renda na pós-aposentadoria é saudável não só para evitar dependência de filhos, governo e parentes, como para a própria autoestima de viver confortavelmente. Mas fazer economias não significa mirar apenas o último terço de vida: com planejamento, é possível poupar para realizar sonhos mais próximos, como comprar um carro, a casa própria, viajar, estudar fora, e ainda manter reservas para o futuro mais distante.

Planejar e fixar objetivos

“Sem planejar e estabelecer objetivos, temos que contar com a sorte. E sorte só vem para alguns”, enfatizou o especialista, estabelecendo os dois passos básicos de como planejar um orçamento pessoal: 1º - gastar só o que ganha, colocando em uma planilha receitas e despesas para, na hora de algum imprevisto, saber o que cortar; 2º - estabelecer um orçamento em que a receita seja maior do que as despesas para justamente fazer reservas que permitam realizar sonhos próximos e objetivos futuros.

Marcus Matos também apontou outros caminhos para gerar renda além do salário convencional, entre os quais praticar consumo consciente (comprar efetivamente o que se precisa), exercer atividades paralelas como dar aula, dirigir Uber ou trocar serviços com outros profissionais, e ainda investir no mercado financeiro ou adquirir um imóvel para alugar.

A palestra na Metodista integrou a 5ª Semana Nacional de Educação Financeira, iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira que integra entidades públicas e privadas interessadas em promover a educação financeira no Brasil. O Conef é composto por representantes do Banco Central, CVM, Susep, Previc, Ministérios da Fazenda, da Educação e da Justiça, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), da Brasil, Bolsa e Balcão (B3), Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (Cnseg), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e do Sebrae. Conheça mais sobre a ENEF.

Veja imagens do evento: 

Palestra - Planejamento Financeiro e Você - Marcus Matos

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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