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Indústria do ABC segue pessimista, conforme indicador Metodista-Fiesp-CNI

Quadro econômico pode ser atribuído às incertezas do momento político até agora, segundo o Boletim IndústriABC

31/08/2016 18h45 - última modificação 31/08/2016 19h10

fotospublicas.com (David Alves)

A indústria do Grande ABC continua menos entusiasmada do que no restante do País quanto à recuperação dos negócios e da economia brasileira. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) na região é de 39,3 em uma escala de 0 a 100, para 45,9 da indústria paulista e 47,3 da indústria nacional, conforme levantamento da Universidade Metodista de São Paulo em parceria com Fiesp-CNI (Federação das Indústrias do Estado e Confederação Nacional da Indústria). A expectativa em relação à economia como um todo segue igual sentimento: 39,6 no ABC, 46,4 no Estado e 47,3 no Brasil. Quanto mais próximo de 100, mais otimista é o cenário, na faixa de 50 é indiferente e abaixo disso a avaliação tende ao pessimismo.

Este é o 6º ano seguido em que o grau de utilização da capacidade instalada na indústria brasileira diminui no primeiro semestre. No ABC, fortemente dependente da indústria metalúrgica, o uso ficou em 55% em junho último, para 65% em São Paulo.

“Na região, apesar da melhoria do indicador referente a julho, o empresário industrial tem apresentado tendência à redução na intenção de investimentos em alguns momentos de forma mais intensa que no âmbito estadual e nacional. A retomada do investimento no setor está intimamente ligada à retomada da atividade produtiva e à melhoria do horizonte de médio prazo. A definição do quadro político, bem como da trajetória da política econômica, tem papel chave”, avalia o economista Sandro Maskio, coordenador do Observatório Econômico da Metodista, responsável pela pesquisa.

Esperança no 2º semestre

A intenção de investimentos na indústria do ABC subiu de uma faixa de 34,4 em janeiro deste ano para 48,6 em julho último, o que é atribuído a melhorias na expectativa para os próximos seis meses. No primeiro semestre de 2016 os principais problemas apontados pelas empresas do Grande ABC que afetaram suas operações foram a falta de demanda interna (73,4% das respostas, para 37,2% do Brasil) e a falta de capital de giro (47,4% no ABC e 22,8% no Brasil).

A Sondagem Industrial (SI) e o Índice de Confiança (ICEI) são elaborados e divulgados pela CNI-Fiesp e o recorte conjuntural para o Grande ABC é realizado pela Universidade Metodista, por meio do Observatório Econômico, desde o segundo semestre de 2015. O 3º Boletim IndústriaABC foi divulgado neste 31 de agosto durante o VII Simpósio de Economia da Metodista. Veja a íntegra da pesquisa e vídeo com professor Sandro Maskio.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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