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Notícias

Confira horários, orientações e dicas para os TCCs de Biomedicina

12/11/2009

12/11/2009 17h22 - última modificação 17/11/2009 11h43

Para a apresentação dos trabalhos, os alunos devem seguir orientações como chegar pelo menos quinze minutos antes do horário marcado, ficar disponível ao lado do pôster e esperar o término do horário para retirada do mesmo. Além disso, devem aguardar o momento da argumentação.

Os trabalhos serão apresentados no Hall superior, pavimento 4 - andar da sala dos professores, no Campus Planalto. Para o curso integral a apresentação será das 8h30 às 12h, e para o curso noturno das 19h às 22h.

Veja o cronograma para as turmas do noturno e matutino


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Biomedicina recebe três estrelas pelo Guia do Estudante

14/10/08

14/10/2008 19h47 - última modificação 23/10/2008 11h10

O curso de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo recebeu três estrelas na avaliação feita em 2008 pelo Guia do Estudante, publicação da Editora Abril que avalia os melhores cursos de ensino superior do País.

Este é o segundo ano consecutivo que o curso de Biomedicina da Metodista recebe três estrelas.

No total, a Metodista teve 18 cursos estrelados pelo Guia. Confira todos os cursos estrelados.


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Biomedicina recebe três estrelas pelo Guia do Estudante 2009

25/09/09

25/09/2009 14h50

Mais uma vez, a avaliação feita pelo Guia do Estudante, publicação da Editora Abril que avalia os melhores cursos de ensino superior do País, reconheceu a excelência do curso de Biomedicina da Metodista: o curso recebeu três estrelas pelo terceiro ano consecutivo.

No total, a Metodista teve 18 cursos estrelados pelo Guia. Confira todos os cursos estrelados.

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Curso de Biomedicina realiza a 11ª Jornada de Biomedicina

20/10/2011

20/10/2011 16h35 - última modificação 20/10/2011 16h38

O curso de Biomedicina da Faculdade da Saúde convida a todos os interessados a participarem da 11ª Jornada de Biomedicina, que vai acontecer nos dias 27 e 28 de outubro, no Campus Planalto. 

O evento tem como objetivo abordar temas atuais da Biomedicina, divulgar o conhecimento científico, promover a integração entre acadêmicos, professores e profissionais das áreas e permitir ao aluno vivenciar as experiências de eventos científicos. Para isso, estão programadas atividades como palestras e cursos extracurriculares.

Além disso, em conjunto à Jornada, haverá o Encontro de Egressos do curso.

Para participar os interessados devem fazer a inscrição e conferir a programação no site da Jornada.

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I Ciclo de Palestras em Neurociências tem início nesta terça

Atualizado em 15/06/2012 - A palestra do dia 18 de junho foi cancelada.

17/04/2012 14h50 - última modificação 15/06/2012 18h49

A Faculdade de Saúde realiza neste semestre o I Ciclo de Palestras em Neurociências. O objetivo do evento é apresentar as linhas de pesquisa desenvolvidas e proporcionar momentos de discussão a respeito desta temática atual.

No primeiro encontro, que será realizado nesta terça-feira (17), a professora Adriana Regina Rubio, falará sobre Neurociência e Aprendizagem.

As palestras ocorrerão na sala 504, do Campus Planalto, das 18h às 19h. Os participantes receberão certificados ao final.

Confira abaixo as datas e os próximos assuntos a serem discutidos:

 

07/05

Neurotransmissores e biologia tumoral: fundamentos, modelos de estudo e perspectivas terapêuticas.

Prof. Dr. José Guilherme Xavier

 

21/05

Conhecendo o Crack

Profª. Dra. Cristiane Lopes

 

05/06

Relação entre Depressão e Neoplasia sob a ótica da Oncologia Experimental

Profª. Dra. Silvia Regina Kleeb

 

11/06

Compulsão alimentar e abuso de drogas na lactação e gestação

Prof. Dr. Isaltino Marcelo Conceição

18/06 - Palestra cancelada

Palestra de Encerramento

Dra. Maria Martha Bernardi, integrante do Grupo de Neuroimunomodulação da FMVZ-USP

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Centro de Neurociências procura alunos para desenvolver pesquisa

23/10/09

23/10/2009 20h24 - última modificação 26/10/2009 16h54

O Centro de Neurociências da Faculdade de Saúde está selecionando estudantes de todos os Cursos da Faculdade de Saúde para desenvolver projetos de pesquisa básica na área de Neurociências. Após a conclusão, os alunos irão obter um certificado comprovando a realização da Iniciação Científica, além da possibilidade de apresentação do Trabalho em Congressos Científicos e de publicação em revista científica. As inscrições foram prorrogadas até o dia 30 de outubro. Veja mais informações no edital.

Os alunos interessados também podem assistir as Reuniões Científicas do Grupo do Centro de Neurociências que já estão acontecendo todas as terças-feiras, das 18h às 19h, na sala P-617 (Campus Planalto).


O Centro de Neurociências é composto pelos professores:

Isaltino Marcelo Conceição
Rogério Gentil Bellot
Adriana Regina Rúbio
Cristiane Lopes
José Guilherme Xavier
Laura Araújo Tomé
Mário Luis Ribeiro Cesaretti
Nicolas Antônio Douglas Gomez
Silvia Regina Kleeb
Thalma Ariani Freitas.

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Unifesp disponibiliza vagas para alunos de Biomedicina e Biologia da Metodista

17/02/2011 13h09

A Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) oferece o curso de Imunologia e disponibiliza 10 vagas para alunos que estejam cursando a partir do 2° semestre dos cursos de Biomedicina e Biologia da Metodista.
Outras 6 vagas, práticas, serão disponibilizadas para alunos indicados por professores da UNIFESP. O curso tem duração de 18 horas.

Os melhores estudantes poderão ser selecionados para duas vagas de estágio extracurricular não-remunerado no Laboratório de Imunologia da UNIFESP, com duração de 6 meses.

Os interessados devem entrar em contato via o e-mail sidneia_biomed@hotmail.com

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Vaga de Voluntário para Projeto Rondon

02/10/2009 19h18 - última modificação 02/10/2009 19h25

Estão abertas as inscrições, para o preenchimento de vaga voluntária, para a função de Integrante Universitário Projeto Rondon 2010.
O projeto terá duração de 15 dias. Para se inscrever, os interessados devem se dirigir ao Laboratório de Análises Clínicas (LABMESP), e procurar pelo professor Hugo. As inscrições serão recebidas de 01 a 05 de outubro, das 07h às 17h.

Acesse o edital

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Biomedicina festeja 15 anos conceituado em rankings e com alunos bem colocados em empresas

Data foi lembrada com mesas-redondas, apresentações culturais e confraternização de ex e atuais alunos e professores

05/11/2015 16h55 - última modificação 05/11/2015 17h02

Débora Amorim, do 4.período, fez apresentação de balé (Fotos Mônica Rodrigues)

Fazer pesquisas ao lado de uma autoridade mundial em oftalmologia como professor Shigeru Kinoshita, da University of Medicine de Kyoto, no Japão, ou gerenciar projetos de farmacovigilância na Covance, que lida com grandes laboratórios globais, são experiências que enriquecem qualquer profissional. Mais ainda quando essas passagens são de jovens com passado ainda recente de bancos escolares, como os ex-alunos de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo Renata Ruoco Loureiro e Luis Gustavo Barreto. Ela formada em 2009, ele em 2004.

Renata e Luis fizeram parte da noite de boas histórias, narrativas sobre carreiras bem-sucedidas e passagens por empresas respeitadas no mercado que encantaram o auditório lotado do campus Planalto nas comemorações de 15 anos do curso de Biomedicina da Metodista, em 3 de novembro último.

Oito ex-alunos contaram aos graduandos como viraram páginas de suas histórias profissionais para frente, enfrentando inevitáveis dúvidas e tropeços profissionais. Professores consolidaram a memória do curso citando conquistas como o reconhecimento dos melhores rankings de Educação. Tanto assim que, em uma década e meia, a Biomedicina da Metodista drenou cérebros para indústrias farmacêuticas e de saúde como Boehringer Ingelheim, AstraZeneca, Covance e Fleury, ou colocou nos trilhos da pesquisa científica mestres e doutorandos em escolas como Unifesp, USP e Kyoto.

Como destacou o primeiro coordenador do curso e hoje diretor da Escola de Ciências Médicas e da Saúde, professor Rogério Gentil Bellot, os anos trazem muitas recompensas, não só rugas. “15 anos marcam cabelos mais brancos, alguns quilos e rugas a mais, mas muito aprendizado, histórias e sonhos para contar”, saudou ele na abertura do evento, quando lembrou que a graduação de Biomedicina surgiu em 2000 da percepção de que seria uma das profissões do futuro.

Em uma década e meia, a Metodista estruturou 19 turmas, com total de 1.075 biomédicos formados e atualmente 284 alunos distribuídos em oito períodos do curso.

Em multinacionais

    

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Yumi, Patrícia, prof. Bellot, Barbara e Luis

Duas mesas-redondas pautaram a noite de festejos, a primeira mediada pelo professor Rogério Bellot sobre “O Biomédico Metodista em Empresas Multinacionais”, e a segunda conduzida pelo atual coordenador do curso, professor Isaltino Marcelo Conceição, sobre “O Biomédico Metodista nas Áreas Acadêmica e Diagnóstico”.

Estão hoje em empresas globais Patrícia de Nóbrega Brunieri, formada em 2013 e atuando na alemã Boehringer, Iumi Mattos Kinoshita (2006) e Barbara Costa (2004), ambas na sueca AstraZeneca, e Luis Gustavo Barreto (2004), na Covance. O recado em comum é que a área exige estudos constantes, inglês impecável e ousadia para abraçar as oportunidades que se abrem ao biomédico, sobretudo com a descoberta de novas drogas.

Patrícia Brunieri se encontrou no marketing de medicamentos e especializou-se na área de oncologia/virologia. Sua missão é disseminar informações que curam: “Isso é muito gratificante”, afirmou. Barbara Costa iniciou com microbiologia, especializou-se em biotecnologia e pós-graduou-se em marketing, atuando como consultora técnica da linha oncológica da Astrazeneca. “O marketing envolve administradores, jornalistas, publicitários, mas é o biomédico que faz a diferença, sobretudo quando se trata de discutir estudos clínicos”, apontou.

Iumi Kinoshita começou com análises clínicas, mudou-se para a Teraskin Farmacêutica e especializou-se em microbiologia ambiental. Hoje é microbiologista sênior na Astrazeneca. Já Luis Barreto desde o início interessou-se por pesquisa clínica, área que cresce entre biomédicos segundo ele, e pós-graduou-se em administração, o que abriu-lhe portas para gerenciar projetos em farmacovigilância na Covance e dar aulas no Instituto Polígono.

Na academia

    

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Renata, Clara, prof. Isaltino, Janaína e Rodrigo

Optaram abraçar a vida acadêmica Clara Felix e Renata Ruoco Loureiro, formadas em 2006 e 2009 respectivamente, e ambas doutorandas pela Unifesp, Janaína Thaís Lopes (2006) doutoranda pela USP, e Rodrigo de Luca Lucena (2009), professor no colégio técnico Etip e atuando no Grupo Fleury.

Clara explicou que a falta de recursos públicos para suprir bolsas de estudo em pesquisas tem sido compensada pela iniciativa privada, sobretudo na forma de PPP (Parceria Público-Privada). Da iniciação científica no Instituto de Medicina Tropical da USP, ela passou em concurso na instituição na área de sorologia e agora faz doutorado nessa área e em biologia molecular. Janaína foi na contramão do início com análises clínicas e abraçou a microbiologia de alimentos. Após o mestrado em Ciências dos Alimentos, iniciou o doutorado em contaminação cruzada e com uso de matemática, já tendo viajado para a Dinamarca.

Interessada em seguir carreira em reprodução humana, foi durante o estágio em coleta de sangue que Renata Ruoco teve oportunidade de conhecer a oftalmologia, tema de seu mestrado em córneas em 2013. O orientador apresentou-lhe em 2014 uma porta aberta em Kyoto, onde está uma das maiores competências acadêmicas no assunto. “Me impressionei com a fartura de material nos laboratórios japoneses, onde o governo coloca muito dinheiro em pesquisas”, testemunhou ela durante seis meses. De volta a São Paulo, conseguiu bolsa Fapesp para o atual doutorado em Ciências Visuais.

Já Rodrigo Lucena começou na bioquímica de um hospital e, como definiu, a hematologia o escolheu, abraçando a contragosto uma área que hoje é seu grande cartão de visitas. Para ingressar no Fleury seu teste consistiu em ler, em uma hora, 10 lâminas com material de pacientes com leucemia, ou seja, muito alteradas. Hoje ele é referência em hematologia de urgência e emergência em hospitais, analista sênior e controle de qualidade do Fleury, além de dar aulas no Colégio Etip.

4 estrelas e nota 4 do MEC     

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Gustavo Godói cantou ao violão
  
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Douglas Reche e Thais Lopes dançaram samba

Coube ao coordenador atual de Biomedicina da Metodista, professor Isaltino Marcelo Conceição, historiar o percurso da graduação, desde o primeiro turno noturno com duração de 5 anos até a necessidade no ano seguinte, devido à intensa procura, de oferecer período integral (tarde e noite), com tempo regular de 3 anos.

Logo em seguida, em 2002, o curso já agregava o laboratório-escola LABMESP, para possibilitar estágio na área de análises clínicas. Isso rendeu-lhe à graduação o reconhecimento oficial pelo MEC. Em 2004, novo projeto pedagógico incluiu temas inovadores para a época, como reprodução assistida, engenharia genética e microbiologia de alimentos.

“Em 2008 recebemos pela primeira vez 3 estrelas do Guia do Estudante e nos destacamos com o 1º lugar entre os cursos de Biomedicina da Grande São Paulo, segundo avaliação do CPC-MEC, com nota 3. Passamos a integrar o ranking RUF-Folha de São Paulo e as estrelas do Guia do Estudante não foram perdidas desde então. Em 2013 e 2014, recebemos 4 estrelas. Também o CPC-MEC aumentou para 4”, lembrou professor Isaltino, citando entre outras conquistas a introdução de módulos no lugar de disciplinas em 2008 e a integração, em 2010, do LABMESP às demais Clínicas da Faculdade da Saúde, fazendo parte da Policlínica Metodista como seu Núcleo de Análises Clínicas (NAC).

A noite de comemorações também contou com apresentações artísticas de alunos. Débora Amorim, 4º período, dançou balé ao som de "Atrás da Porta", com Elis Regina. Douglas Reche, 6º período, e a parceira Thais Lopes sambaram Nega Marrenta, com Ana Carolina. Já Gustavo Godoi, 2º período, tocou e cantou ao violão "Thinking Out Loud", de Ed Sheeran.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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Yumi, Patrícia, prof. Bellot, Barbara e Luis

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Renata, Clara, prof. Isaltino, Janaína e Rodrigo

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Gustavo Godói cantou ao violão

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Douglas Reche e Thais Lopes dançaram samba

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Jornada Acadêmica de Biomedicina debate reprodução humana e banco de sangue, entre outros temas

16ª edição do evento terá três noites de palestras no campus Planalto

19/08/2016 18h55 - última modificação 19/08/2016 19h05

Reprodução humana, imagem em oncologia e banco de sangue são alguns dos temas em debate na Jornada Acadêmica de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo, que chega à 16ª edição neste 2016. As exposições ocorrerão no auditório do campus Planalto nas noites de 22, 23 e 24 de agosto próximo, com início às 20h. Na abertura haverá apresentação da história do curso de Biomedicina Metodista, a história da ciência e suas habilitações.

Veja a programação completa.

DATA HORÁRIO PALESTRAS
22/08/2016 20h - 20h05 Abertura
20h05-20h25 História da Biomedicina Metodista
20h25-20h50 História da Biomedicina/ Habilitaçoes
20h50 - 21h40 Pesquisa clínica
22h00 - 22h50 Banco de sangue
23/08/2016 20h - 20h50 Estética
21h00 - 21h50 Reprodução humana
22h00 - 22h50 Saúde pública e projetos de extensão
24/08/2016 19h40 - 20h25 Toxicologia forense
20h25 - 21h10 Perfusão extracorpórea
21h10 - 21h55 Imagem em oncologia
21h50 - 22h05 Sorteios
22h05 - 22h50 Coffee Break
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Versatilidade do biomédico é destacada na Jornada Acadêmica de 2016

São 35 habilitações possíveis, o que permite transitar entre várias atividades profissionais

23/08/2016 21h35 - última modificação 25/08/2016 14h03

Wilson Siqueira, do CRBM

Farmacêuticos já não dominam mais farmácias de manipulação nem médicos são senhores absolutos dos laboratórios clínicos. A diversidade de habilitações, com pelo menos 35 já listadas, abre uma larga avenida à atuação do biomédico, hoje no comando de atividades que vão das tradicionais análises clínicas e radiologia até demandas modernas como estética, genética e meio ambiente.


 “Transitar entre diversas áreas é um grande benefício da profissão. Mas temos que nos destacar pela competência, pelo que entregamos ao cliente, para não competir com outras carreiras como a de tecnólogos”, aconselhou o coordenador da Escola de Ciências Médicas e da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo, professor Rogério Bellot, na abertura da 16ª Jornada Acadêmica de Biomedicina na noite de 22 de agosto. Ele orientou os biomédicos a jamais colocar um ponto final na carreira somente com a graduação, já que podem aproveitar as várias oportunidades que a profissão possibilita especializando-se sempre.


“Médico patologista e farmacêutico bioquímico já existem. Os biomédicos não querem roubar o trabalho de ninguém, mas ampliar o mercado das ciências da saúde”, reforçou  o vice-diretor do Conselho Regional de Biomedicina, Wilson de Almeida Siqueira, outro palestrante da noite. Ao lado do professor Bellot, que falou sobre “História da Biomedicina Metodista”, Wilson Siqueira expôs sobre “Biomedicina-Habilitações”. Disse que a luta mais recente do CRBM é colocar o profissional biomédico nas Forças Armadas do Brasil e em todos os concursos públicos onde sua atuação é prevista.

Fiscalização para desvios

Conforme o representante do Conselho Regional, as habilitações são conferidas pelo órgão de classe após estágio mínimo de 500 horas em cada área. Pós-graduação e cursos de extensão também validam novas especialidades. "Apesar da grande versatilidade profissional, é preciso atuar na área habilitada. Temos um departamento de fiscalização ativo nas ruas para apurar desvio de função”, advertiu Wilson Siqueira, ao dizer que más condutas podem comprometer os 50 anos de existência da profissão, cujo primeiro curso surgiu em 1966 na Escola Paulista de Medicina-Unifesp. A regulamentação ocorreu em 1979, após muitos embates junto ao governo para mostrar que a biomedicina poderia ir além do objetivo inicial de formar professores e pesquisadores, conquistando novos caminhos.

“Temos alunos na França, Rússia, Portugal, Japão e em toda a América do Sul. Dos 20 cursos iniciais, somos mais de 200 hoje”, discorreu o representante do CRBM sobre a qualidade da formação no Brasil.

Prof. Bellot também falou das várias habilitações profissionais

Desafios também pontuaram a história do curso de Biomedicina da Metodista, criado em 1999 e cuja primeira turma data de 2000. O primeiro coordenador é justamente professor Bellot, que hoje dirige a Escola de Ciências Médicas e da Saúde da universidade. É na trajetória pessoal que Rogério Bellot vê a importância da graduação, que superou na direção da escola áreas mais tradicionais como Psicologia (45 anos) e Odontologia (40 anos).

Professor Bellot lembrou do início do curso com uma única classe no Edifício Lamba, no Rudge Ramos, e a mudança para o Planalto em local quase inóspito. “Tínhamos um guichê embaixo da escada para comprar refrigerante e pão de queijo”, brincou. Ele citou o vanguardismo de introduzir período integral no curso e as conquistas com a criação de vários laboratórios para a prática biomédica. Hoje o curso tem 4 estrelas no Guia do Estudante e nota 4 do MEC, entre escalas de 1 a 5, e contabiliza mais de 1,1 mil formados.

 

Agenda ampla

A 16ª edição da Jornada Acadêmica de Biomedicina contou com várias palestras técnicas e científicas, conduzidas por especialistas nas áreas. Na abertura, falaram também Livia Cisotto de Lima, sobre “Pesquisa Clínica”, e Talita Cardoso Del Padre, sobre “Atuação do Biomédico em Banco de Sangue”.

Em 23 de agosto os temas detalharam “Biomedicina Estética”, a cargo de Lúcia Helena de Souza Lopes, “Reprodução Humana”, com Itatiana Ferreira Rodart, e “Saúde Pública e Projetos de Extensão”, com professor Victor Hugo Bigoli. No encerramento, os palestrantes foram Sarah de Souza Eller, que discorreu sobre “Toxicologia Clínica e Forense”, Caio Martins, sobre “Circulação Extracorpórea”, e Jeam Haroldo Barbosa, “Diagnóstico por Imagem”. Sorteios de brindes e confraternização finalizaram o evento.

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Professor Bellot (ao lado) e Wilson Siqueira, do CRBM, falaram das inúmeras habilitações da carreira

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Prof. Bellot também falou das várias habilitações profissionais

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Professor Victor Hugo Bigoli dá entrevista à revista O Globo sobre projetos de extensão

Bigoli falou sobre suas experiências viajando pelo país em missões humanitárias

21/11/2016 13h05 - última modificação 21/11/2016 13h06

O professor concedeu entrevista à revista O Globo, publicada aos domingos. (Foto: Divulgação/Alan Rocha/O Globo)

"Nos últimos quinze anos, vi fome, sede, angústia, desespero, mas vi esperança, fé e força de um povo brasileiro aguerrido. Se me arrisquei, valeu a pena", disse Victor Hugo Bigoli à revista O Globo, publicada no último domingo (20).

Professor do curso de Biomedicina, Assessor de Extensão da Reitoria e coordenador do Projeto Canudos, Bigoli já viajou todo o país em missões humanitárias, conhecendo as diversas carências e necessidades do povo brasileiro.

Na entrevista ao colunista Mauro Ventura, o professor fala sobre a importância dos projetos de extensão na vida dos estudantes universitários e como eles são necessários para uma formação mais humanizada. Ele também descreveu algumas de suas experiências viajando pelos extremos do país.

Confira a entrevista completa no site da revista O Globo, clicando aqui

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Victor Hugo Bigoli comenta descarte irregular de resíduos no DGABC

Professor de Biomedicina falou com o Diário sobre lixo espalhado nas ruas do ABC

24/11/2016 19h55 - última modificação 24/11/2016 19h58

Reportagem aborda os pontos de descarte de resíduos pelas cidades

O descarte irregular de lixo pelas sete cidades do ABC é um problema bastante comum, as prefeituras da região realizaram mapeamentos e existem, pelo menos, 509 pontos de descarte irregular de resíduos. Uma matéria do Diário do Grande ABC fala a respeito do problema e ouviu o professor de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo, Victor Hugo de Oliveira Bigoli.

O docente diz que o problema pode ser motivado pela “falta de conhecimento por parte da população, sobretudo a respeito dos riscos à saúde que o lixo pode gerar”. Ele completa a fala dizendo que: “as prefeituras até tentam combater o problema. O que falta é a conscientização das pessoas em não descartar de forma irregular”, avalia o especialista.

Leia a reportagem completa clicando aqui.

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Victor Hugo Bigoli conversa com o Diário do Grande ABC sobre surtos de dengue na região

Professor analisou motivos do grande número de casos da doença

02/01/2017 12h50

Um ano após o surto de casos de dengue na região do grande ABC, as sete cidades ainda estão vulneráveis à doença, principalmente neste período de fortes chuvas. O professor de Saúde Pública e Epidemiologia, do curso de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo, Victor Hugo Bigoli, foi entrevistado pelo jornal Diário do Grande ABC a respeito do assunto.

Para o professor, “é dever do cidadão e de órgão públicos fiscalizarem (áreas com entulhos). A taxa da doença vem aumentando em meses que não são de costume. Isso retrata a mudança climática, mas também o trabalho ineficiente por parte de munícipes e prefeituras”.

Leia a reportagem completa no site do Diário.

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XVII Semana Acadêmica da Biomedicina Metodista será realizada no mês de agosto

Semana contará com minicursos e palestras

14/08/2017 18h56

O curso de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo promove de 21 a 25 de agosto a XVII Semana Acadêmica da Biomedicina Metodista. Os minicursos serão realizados no período da tarde e as palestras no período noturno.

A abertura oficial do evento, no dia 21, começa às 19h30 com as boas-vindas do Centro Acadêmico, Pastoral Universitária e do coordenador do curso de Biomedicina, Isaltino Conceição.

Confira a programação:


Segunda-feira, 21 de agosto


19h30 às 20h15 – Abertura oficial (CA, Pastoral Universitária e Coord. Isaltino Conceição)
20h20 às 21h05 – “CRBM e ABBM” Marco Zonta
21h10 às 21h55 – “Psicobiologia” Rogério Bellot
22h às 22h45 – “Marketing e a Biomedicina” Patrícia Brunieri

Minicursos 

13h30 às 15h30 – “Orientação Psicológica de Carreira” Juliana Takahashi, Thais Silva e Kelly Moura
16h30 às 18h30 – “Citogenética” Ana Carolina Palumbo

 

Terça-feira, 22 de agosto

19h30 às 20h15 – “Perfusão Extracorpória” Caio Justo
20h20 às 21h05 – “Sífilis: estado atual” Dr. Roberto Muniz
21h10 às 21h55 – “Análises Clínicas” Michele de Oliveira
22h às 22h45 – “Marketing e a Biomedicina” Patrícia Brunieri

 

Minicursos

14h às 19h – “Perfusão Extracorpórea Módulo II” Caio Justo
15h às 19h – “Manipulação de Embriões” Juliana Pariz

 

Quarta-feira, 23 de agosto

19h30 às 20h15 – “Genética” Carlos Francischini
20h20 às 21h05 – “Pesquisa Clínica” Julio César”
21h10 às 21h55 – “Toxicologia Forense” Sarah Carobini
22h às 22h45 – “Assessoria científica e a Biomedicina” Camila Batista

 

Minicurso

15h às 19h – “Manipulação de Embriões” Juliana Pariz

 

Quinta-feira, 24 de agosto

19h30 às 20h15 – “Antidoping no esporte” Lara Duarte
20h20 às 21h05 – “Acupuntura e a Biomedicina” Daniele Lizier e Romualdo Melo
21h10 às 21h55 – “Reprodução Humana” Ivan Henrique
22h às 22h45 – “Imagenologia” Fabiana Castilho

 

Minicursos

13h30 às 15h30 – “Identificação de Bactérias (BLL Crystal)” Ângela Bueno Hidalgo
16h às 19h – “Introdução ao ECG” Cristiane Lopes

 

Sexta-feira, 25 de agosto

19h30 às 20h15 – “Zika vírus e Febre Amarela” Clara Félix
20h20 às 21h05 – “Biomedicina Estética” Paula Moretto
21h10 às 21h55 – “Microbiologia de Alimentos” Silene Nunes
22h às 22h45 – Encerramento: Sorteio e Coffee Break

 

Minicurso

14h às 18h30 – “Biomedicina Estética: Peeling” Bruna Nicolai


XVII Semana Acadêmica da Biomedicina Metodista
Data:
21 a 25 de agosto de 2017
Horário: minicursos: a partir das 13h30. Palestras: a partir das 19h30

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Curso de Biomedicina sempre atento às inovações, aponta o coordenador na Semana Acadêmica 2017

Com 17 anos de atividades, graduação da Metodista foi além de currículo focado em análises clínicas

22/08/2017 17h25 - última modificação 27/10/2017 17h50

Prof.Isaltino diz que grade curricular foi além das análises clínicas

Um curso que, além de não ficar retido no tempo, procura dar passos mais largos do que em outras escolas para estar sempre atualizado com o que o mercado demanda do biomédico qualificado. Assim definiu o coordenador do curso de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo, professor Isaltino Conceição, ao abrir a XVII Semana Acadêmica de Biomedicina e falar sobre a profissão. Esse vigor ele exemplificou com o novo currículo modular, que teve todas as ementas reescritas e colocou total ênfase no conteúdo prático. O estágio, por exemplo, possibilita ao aluno vivenciar desde o 1º semestre a rotina do biomédico.

“Sempre fazemos mudanças com dinamismo e qualidade, ouvindo o que os alunos nos trazem. Estamos pensando agora na introdução de áreas como biomedicina estética e acupuntura”, citou ele, ao enfatizar que a força do curso da Metodista está em não restringir o currículo às análises clínicas, como a maioria.

Professor Isaltino mostrou que desde a criação, em 2000, a graduação estendeu-se por várias habilidades (são hoje 36 especialidades na profissão), inclusive em frentes inovadoras como reprodução assistida e microalimentos. Desde 2009 outra ênfase tem sido a iniciação científica, com introdução do Comitê de Ética em Pesquisa e Núcleo de Neurociência.

“O reconhecimento do curso em 2003 veio com conceito muito bom do MEC (nota 4) e em 2008 começamos a ser estrelados”, citou o coordenador, apontando as 4 estrelas conquistadas pelo Guia do Estudante, além do título de 8º melhor curso entre as universidades privadas do Estado de São Paulo pelo Ranking Universitário da Folha de S.Paulo.

A Semana de Biomedicina é realizada desde o primeiro ano e nesta 17ª edição, de 21 a 25 de agosto, traz extensa programação. Além de minicursos no período da tarde, todas as noites haverá palestras. Na noite de abertura seguiram-se palestras sobre “CRBM e ABBM (Conselho Regional de Biomedicina e Associação Brasileira de Biomedicina”, com professor Marco Zonta, e “Marketing e Biomedicina”, com Patrícia Brunieri. Na terça-feira, ex-alunos confraternizaram e trocaram experiências com turmas atuais.

As boas vindas na abertura ficaram a cargo do Centro Acadêmico e seu presidente, Lucas Baessa, que mais uma vez lançou concurso para premiar as duas melhores fotografias do evento postadas no Facebook ou Instagram. O momento devocional foi realizado pelo reverendo Hércules Andrade de Araújo, que citou provérbio de Salomão sobre relacionamentos. Alegres ou tristes, os relacionamentos são importantes à vida do ser humano, sob pena de acabar-se melancólico e isolado. “Abençoe sempre o outro, e você será abençoado”, incentivou.

Carreira atual

Membro do Conselho Regional de Biomedicina em várias frentes, entre as quais no Comitê de Ética, o professor da Metodista Marco Zonta discorreu sobre os papeis do CRBM e da ABBM, o primeiro responsável por regularizar e fiscalizar as atividades da profissão e a segunda voltada à qualificação, com promoção de semana de estudos, congressos e cursos. Explicou que a lei que regulamenta a Biomedicina data de 1979 (em conjunto com Biologia), mas ganhou carreira solo em 1982.

“É uma carreira recente, por isso incorpora sempre novas vertentes da área da saúde”, falou, citando que é possível ao biomédico graduar-se com até 2 das 36 habilitações. O campo de atuação vai da docência à biologia molecular, medicina nuclear, biotecnologia, reprodução humana, análise ambiental, perícia criminal, análises clínicas e pesquisas científicas, entre outros, como resumiu sua palestra com o título “Profissão do Presente”.

Professor Zonta também comentou sobre o campo de mercado em aberto sobretudo no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, já que o Sudeste concentra hoje 57% dos 402 cursos e 40 mil dos 60 mil formados. “Mas a 150 quilômetros da Capital de São Paulo já faltam profissionais”, incentivou.

Veja imagens da abertura da Semana de Biomedicina de 2017:

 

17ª Semana de Biomedicina Metodista

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Aula magna de Biomedicina discute a fundação recente das neurociências

Evento será realizado em 7 de fevereiro no campus Planalto

31/01/2018 16h30

O curso de Biomedicina, da Escola de Ciências Médicas e da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo, realizará, às 19h30 do dia 7 de fevereiro, a aula magna "As histórias do cérebro: ideias, ciência e a fundação recente das neurociências".

O professor Dr. Luiz Henrique Santana conversará sobre o tema no módulo de Neurociências da turma do 7º período do curso de Biomedicina. 

Saiba mais sobre o palestrante:
Psicólogo (UFPA, 2014). Mestre em Neurociência e Cognição (2016). Doutorando em Psicologia Experimental pela USP e colaborador do Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. Colunista do site de divulgação científica em psicologia Comporte-se eRevisor Ad hoc da Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva.

"As histórias do cérebro: ideias, ciência e a fundação recente das neurociências"
Data:
07 de fevereiro de 2018
Horário: 19h30 h às 21h
Local: Auditório do Campus Planalto (Rua Dom Jaime de Barros Câmara, 1000 Campus Planalto. Planalto - São Bernardo do Campo)

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Enfrentar mitos é um dos desafios da novata neurociência, alerta estudioso em aula na Biomedicina

Neurocientistas começam a interagir com outras áreas como educação e marketing

08/02/2018 19h30

Para Luiz Santana, outros desafios são entender o cérebro de animais e lidar com a inteligência artificial

Mesmo presente nos tempos da Grécia antiga, o estudo da mente e do cérebro é muito recente diante da história secular das ciências: só se profissionalizou e ganhou ares científicos com o surgimento das sociedades de neurociências, a primeira em 1960, a International Brain Research Organization. Vieram depois a Society for Neuroscience em 1969 e, no Brasil, a Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento, somente em 1976. Por isso mesmo, a investigação do sistema nervoso tem muito a avançar e derivar para novas profissões, além de enfrentar muitos desafios, entre os quais os “neuromitos”.

“Justamente porque é nova e tem muitos campos a explorar, a área é dominada por mitos como o de que usamos só 10% do cérebro ou de que temos trilhões de neurônios”, afirma o psicólogo e mestre em Neurociência e Cognição Luiz Henrique Santana, que falou na abertura do ano letivo do curso de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo na noite de 7 de fevereiro. Ele abordou a fundação recente das neurociências dividindo as histórias do cérebro em “História das ideias, História das ciências e História da disciplina”.

Combater os “neuromitos” é fundamental diante da velocidade como a neurociência mudou a forma de o ser humano lidar com ele mesmo e com seu corpo, já que se descobriu como o cérebro integra raciocínio e emoção. Daí o neurocientista estar avançando como interface com outras áreas como educação, equipamentos e profissionais biomédicos e até no neuromarketing, estudando o comportamento do consumidor.

Como entender o cérebro?

“As tecnologias digitais tornaram mais presentes em nosso cotidiano as redes neurais e os sistemas inteligentes”, afirmou o professor Luiz Santana, que, apesar de citar os avanços recentes da eletroencefalografia, tomografia e ressonância magnética, acrescentou que há ainda perguntas sem respostas: como construir o cérebro, como entendê-lo, como lidar com animais não-humanos (cães, por exemplo, mostram-se seres conscientes e criativos), como lidar com Inteligência Artificial e como pensar o comportamento além do cérebro?

Enquanto as respostas não vêm, já se sabe que é lenda o uso de só 10% da capacidade cerebral, já que estudos mostram que grande parte do cérebro é utilizada. Mesmo quando se acredita que a pessoa não está fazendo nada, o cérebro trabalha controlando funções como respiração, atividade cardíaca e memória. Sobre os neurônios (células que se encarregam de nos fazer pensar), a conta mais recente de estudos científicos chega a 86 bilhões nos humanos e mostra que, ao contrário do que se imaginava, há vários tipos diferentes. Estuda-se agora quais são essas variáveis para prevenir e tratar doenças como esquizofrenia, parksinson etc.

Também colaborador do Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology, professor Luiz Santana historiou a neurociência desde quando a mente era associada à alma ou ao coração, depois à emoção, ao meio ambiente até chegar ao sistema nervoso e às sinapses (comunicação das células), já que apenas de um século para cá é que surgiram instrumentos para estudar seres vivos. Até então só eram observados cadáveres. A narrativa começou com Crísopo, passou por Galeno, Paracelso, Vesalius, Descartes, La Mettrie e culmina nos tempos mais modernos com Hermann von Helmholtz, Santiago Ramon-Cajal, Karl Lashley, Donald Hebb e Brenda Milner, esta última inaugurando o estudo da memória.

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Cinema e debate: projeto de extensão exibirá filmes sobre saúde e questões sociais

Iniciativa visa despertar leitura crítica sobre temas abordados nas obras

02/03/2018 20h50 - última modificação 08/03/2018 14h10

Proibido Proibir, dirigido por Jorge Duran, será o primeiro filme exibido. Foto: reprodução

O curso de Biomedicina apresenta um novo projeto de extensão. Trata-se do "Cinema, Ética e Saúde: temas contemporâneos", iniciativa que promove a exibição de filmes e discussões sobre o tema entre docentes e alunos.

O primeiro encontro ocorre no dia 21 de março de 2018, a partir das 17h, no auditório do campus Planalto. Será apresentado o filme "Proibido Proibir", premiado drama brasileiro-chileno que trata de problemas urbanos, como violência, saúde, educação e desigualdade social.

A proposta do projeto é despertar nos alunos a capacidade de uma leitura crítica sobre questões sociológicas, fisiológicas e psicológicas, a partir de discussões sobre temáticas relacionadas à saúde, avanços da ciência e suas aplicações na sociedade.

Os encontros serão quinzenais, alternando entre quartas e quintas-feiras do mesmo mês. Os participantes receberão certificado de participação para comprovação de atividades complementares, que devem ser avaliadas dentro das regras de cada curso. Embora tenha foco nos alunos da área de saúde, estudantes de outros cursos da Metodista também podem participar.

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ISALTINO CONCEIÇÃO - COORDENADOR
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Veja o minicurrículo

 


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