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8ª Feira de Negócios de Administração é realizada com alunos na Metodista

Alunos do oitavo semestre apresentaram projetos desenvolvidos para o Trabalho de Conclusão do Curso (TCC)

14/11/2018 20h20 - última modificação 29/11/2018 19h19

Como forma de apresentar o projeto desenvolvido ao longo da formação acadêmica para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), alunos do oitavo semestre de Administração participaram nas noites de 12 e 13 de novembro da 8ª Feira de Negócios de Administração.

Pelo menos 18 grupos montaram estandes na Praça Central do campus Rudge Ramos, onde tiveram oportunidade de exibir ao público variadas ideias. A ação, além de servir para avaliação do aprendizado, significou oportunidade de vivenciar a apresentação diante do público, fechar negócios e realizar networking.

De acordo com a coordenadora do curso de Administração da Universidade Metodista de São Paulo, Patricia Brecht Innarelli, o projeto é importante para os alunos colocarem em prática o que aprenderam ao longo dos semestres. “Eles desenvolvem um plano de negócios que envolve a abertura de uma empresa do zero. Começam desde a formulação da missão, visão, enquadramento tributário, desenvolvimento do capital social da empresa, até o desenvolvimento do serviço e como será disponibilizado no mercado”, explicou a coordenadora.


Projetos

A criatividade e a abrangência das ideias desenvolvidas pelos alunos são o que mais chamam a atenção. Houve projetos que visavam a estética, o público geek, executivos, crianças e até mesmo professores.

Nem os pets foram esquecidos pelos alunos. No primeiro dia de evento, o grupo “Picnic” desenvolveu rações saudáveis para cachorros, enquanto o grupo “Paqueracão” criou empresa que agencia encontro de cães de donos que tenham interesse em cruzar animais para gerar filhotes.

De acordo com o aluno Gabriel Torturete Greco, 22 anos, do “Paqueracão”, existem pessoas que querem cruzar cachorros e têm dificuldades para encontrar reciprocidade. “Nossa empresa faz essa busca até encontrar algum animal da mesma raça que também queira. Temos espaço físico com duas salas de encontro e cada encontro pode durar no máximo quatro horas. Oferecemos até quatro encontros para tentar o cruzamento”, contou Grecco.

Também no primeiro dia de exposição, o grupo “Valentim” promoveu cerimônias de casamento mais baratas, com foco no público de baixa renda. De acordo com o grupo, um casamento custa hoje aproximadamente R$ 20 mil. A empresa oferece celebrações entre R$ 3,5 mil e R$ 5,5 mil.

Para o aluno Marcos Bento Agostinho, 23 anos, do “Valentim”, a ideia surgiu após a dificuldade de um amigo em realizar a cerimônia. “Verificamos que cerca de 400 mil pessoas no Cartório de Diadema casam apenas no civil e fazem um churrasco em casa. Então, oferecemos uma cerimônia simples, com decoração, três opções de cores e cardápios com massas variadas, churrasco e carne assada. Bem acessível para o público de baixa renda”, afirmou.

No segundo dia da Feira de Negócios, o grupo “Happy Hour” expôs uma hamburgueria onde pais podem deixar as crianças em espaço próprio enquanto aproveitam o momento.

A aluna Rayanne Felipe Sampaio de Matos, 22 anos, do “Happy Hour”, explica que o projeto proporciona não só momento gastronômico, mas também familiar. “Quem tem filho, muitas vezes deixa de sair e aproveitar o momento porque não quer levá-lo ao local. Nossa ideia é um momento de lazer tanto para pais como para filhos. No primeiro andar, será uma hamburgueria normal onde todas as mesas são aplicadas com tablets. No segundo andar, existe o Espaço Kids para crianças de 5 a 12 anos, com brincadeiras e funcionários treinados. O local é monitorado por câmeras e as imagens são transmitidas nos tablets, para os pais poderem acompanhar os filhos”, explicou Rayanne.

Outro destaque do segundo dia  foi o grupo “DrinkEat”, que prezou pela sustentabilidade e desenvolveu quiosque de sucos que utilizam copos comestíveis feitos de gelatina de ágar-ágar. O cliente pode não só escolher o sabor do suco, mas também o gosto do copo que será consumido na sequência.

Segundo pesquisou o aluno Raphael Gumieri, 23 anos, do “DrinkEat”, um copo plástico comum demora 50 anos para se decompor, enquanto o proposto pelo grupo pode ser consumido no local. “A ideia começou com aquela lei no Rio de Janeiro que proíbe canudos plásticos. Inicialmente pensamos em fazer um canudo comestível, depois pensamos em abrir um pouco mais e fazer o copo inteiro comestível”, contou Gumieri.

Confira as fotos da “8ª Feira de Negócios de Administração”:

VIII Feira de Negócios de Administração

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