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Aluna EAD elogia Metodista pelo apoio na conquista inédita do Pan-Americano

Lin Gui é a primeira mulher do País a conquistar medalha no individual feminino da competição

14/08/2015 21h20 - última modificação 12/11/2015 17h43

Foto brasil2016.gov.br

A flexibilidade de horários e o apoio extra aulas permitiram à aluna do curso EAD de Administração da Universidade Metodista de São Paulo, Lin Gui, agregar uma grande conquista ao esporte brasileiro: ela foi a primeira finalista brasileira no torneio individual feminino de tênis de mesa em um Pan-Americano, arrematando a inédita medalha de prata nos jogos de julho em Toronto, Canadá.

Admitindo que a maioria dos atletas não consegue conciliar dedicação plena ao esporte e estudos, Lin Gui diz que só obtém êxito nessa empreitada porque recebe apoio de professores e colegas para tirar dúvidas e dar andamento às tarefas acadêmicas. Afirma que aproveita os longos períodos de viagem para ver vídeos de teleaulas e adiantar trabalhos e, com habilidade, cumpre os compromissos presenciais de provas e outros afazeres obrigatórios.

Rumo ao ouro

Antes dessa chinesinha naturalizada brasileira que chegou há 10 anos ao País, o Brasil nunca havia subido ao pódio individual feminino do tênis de mesa no Pan, dominado pelas americanas. Treinada por ninguém menos que Hugo Hoyama, um dos maiores mesa-tenistas da história do Brasil, Lin Gui também foi medalha de prata na disputa por equipes, com Caroline Kumahara e Ligia Silva. Hoyama disse que o desempenho prova a evolução do País na modalidade. “A gente sai do Pan de cabeça erguida. O tênis de mesa feminino estava precisando de um primeiro grande passo, chegar em finais, lutar de igual para igual por uma medalha de ouro. Então, é continuar esse trabalho visando às Olimpíadas de 2016 e 2020”, anima-se.

Segundo professores da Metodista, Lin Gui é muito dedicada e comprometida com o curso de Administração. Garra e determinação permitiram à aluna-atleta colocar em acordo a vida profissional com a acadêmica e o resultado pode ser comprovado com as medalhas conquistadas e as excelentes notas. “Ficamos muito felizes em poder participar da vida acadêmica desta atleta que é exemplo de determinação para todos nós", disseram.

Veja a entrevista que Lin Gui concedeu ao portal da Metodista da Áustria, onde participa de outra disputa internacional:

Como você concilia treinos e estudos de Administração a distância?
R - Queria mostrar para outros atletas que é possível treinar e estudar ao mesmo tempo, pois hoje muitos optam ou por estudo ou pelo esporte. Realmente não e fácil conciliar, precisa se dedicar. Ultimamente viajei muito com a seleção. Quando estou no Brasil sempre há muita viagem com o clube também, mas como os professores e colegas sempre me ajudaram, isso me dá mais ânimo para estudar.

Sempre separo um pouco de tempo depois do treino para estudar, cada dia um pouco. Assisto ao vídeo das teleaulas, faço trabalhos que os professores deixam, sempre converso com colegas para tirar dúvidas. Como falto muito à aula presencial, perco bastante dicas do professor. Conversando e discutindo com colegas o assunto da aula, isso ajuda muito a entender melhor o conteúdo.

A gente perde muito tempo nas viagens, no voo ou outro transporte; então aproveito esse tempo assistindo aula ou fazendo trabalho. Quando é uma viagem mais longa, procuro baixar os vídeos antes e a leitura que o professor pediu, assim posso estudar e adiantar as coisas durante o voo, porque realmente é complicado quando chegamos ao local da competição. Tenho que dar prioridade para a competição e as datas de entrega de trabalhos são sempre aos domingos. Nesse dia ou estamos jogando ou estamos viajando.

Quantas horas por dia você reserva aos treinos e aos estudos?
R  - Normalmente treino seis horas por dia. O tempo para estudos depende muito da situação, mas sempre procuro colocar uma meta de leitura, para terminar uma parte de trabalho ou responder questionário etc.

A grade de aulas e a flexibilidade dos estudos a distância da Metodista ajudam, de alguma forma, a tocar adiante a carreira de atleta e uma futura carreira na Administração?
R - Sim, a flexibilidade de EAD me ajuda muito, senão eu teria que parar de estudar por causa do esporte e isso seria muito triste. É muito difícil encontrar uma faculdade que oferece tanto apoio. Desde a primeira vez que eu e meu técnico Hugo Hoyama conversamos com a coordenação da Administração EAD, esclareceram que iam ajudar o máximo possível. Isso é muito importante para minha carreira de atleta também, de poder continuar a lutar pelo País e ao mesmo tempo não perder os estudos. Existem vários atletas que encerram a carreira profissional por causa do estudo. Só tenho que agradecer a força que Metodista me deu.

Por que faz curso de Administração? Pretende seguir nessa profissão ou investir só no esporte?
R - Ainda não penso em seguir carreira de Administração pois tenho muita coisa para focar no esporte. Não optei por Educação Física por causa da dificuldade da língua portuguesa. Para estudos de corpo humano sou muito ruim porque existem muitos nomes difíceis para nosso corpo, órgão, músculos etc. Gosto de Exatas, mas como queria continuar jogando acabei desistindo da Engenharia. Acho que Administração permite trabalhar em diversas áreas, inclusive com esporte. Estou gostando muito do curso. Fiz um ano de presencial no Rudge Ramos, os professores são muito legais, o jeito que dão aula é muito animado.

Qual sua idade e onde estudou até agora?
R - Vou fazer 22 anos em 2015. Cheguei ao Brasil em junho de 2005, mas comecei a estudar só em 2008 pois tinha dificuldade com a língua portuguesa e na época só focava no esporte. Em 2008 comecei numa escola estadual, a Lasar Segall em São Paulo, em 2009 fui para o Colégio Objetivo da Avenida Paulista, onde me formei no Fundamental II, e mudei para o Colégio Harmonia em São Bernardo, onde eu morava e estudei por três anos. Em 2012 prestei vestibular na Metodista.

Tenho, aliás, uma história anterior de sinergia com a Metodista: em 2006, os Jogos Abertos foram realizados em São Bernardo do Campo e era meu primeiro ano de representar a cidade no torneio. A modalidade tênis de mesa foi realizada na Metodista, me lembro direitinho, no ginásio do Rudge. Felizmente fomos campeões gerais nesses jogos e também foi uma oportunidade de conhecer a estrutura da universidade naquela época. Acabei gostando muito e já pensei ali em fazer faculdade na Metodista. Depois de seis anos consegui me formar no colégio e passar no vestibular.

Sem dúvida você vai intensificar os treinos para a Olimpíada 2016. Conversa com os professores sobre essa sua carga esportiva?
R - Sim, neste semestre estou representando um clube da Áustria, passarei uma temporada na Europa, por isso complicou mais para meus estudos. Mas, como já falei, a Metodista me apoia desde antes de eu assinar contrato de estudante. Tenho que respeitar as datas de prova e entregar as tarefas no prazo, senão a professora não me ajuda mais... hahahahah. Gostaria de agradecer a todos os meus professores. Estou muito feliz de ser uma estudante da Metodista.

Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.
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